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Em 2018, Paul M Brennan, Gordon D Murray e Graham M Teasdale publicaram um artigo com os resultados de uma pesquisa que conduziram visando a melhorar a precisão prognóstica em lesões traumáticas cerebrais.
No estudo, acrescentaram aos itens já existentes da escala de coma de Glasgow a avaliação da(o)
sudorese.
ritmo cardíaco.
frequência respiratória.
resposta motora aos estímulos álgicos.
reatividade pupilar.