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Um paciente de 65 anos, com histórico de hipertensão e diabetes mellitus controlados, apresenta dor intensa no hipocôndrio direito há quatro dias, associada a febre de 38,5 °C e náuseas. Ao exame físico, observa-se sinal de Murphy positivo e massa palpável no quadrante superior direito. Os exames laboratoriais revelam leucocitose de 19.000/mm³ e proteína C reativa elevada. A ultrassonografia abdominal mostra vesícula biliar distendida com espessamento de parede e presença de cálculos, sem evidências de coleções pericolecísticas.
Não há disfunção de órgãos ou sistemas. De acordo com os Critérios de Tokyo 2018, qual é a classificação de gravidade da colecistite aguda desse paciente e a conduta terapêutica mais apropriada?
Colecistite aguda grau I (leve); tratamento conservador com antibióticos e acompanhamento clínico.
Colecistite aguda grau III (grave); colecistostomia percutânea seguida de colecistectomia eletiva.
Colecistite aguda grau II (moderada); colecistectomia aberta imediata devido ao risco de complicações.
Colecistite aguda grau II (moderada); colecistectomia laparoscópica precoce após estabilização clínica.
Colecistite aguda grau III (grave); tratamento conservador com antibióticos devido ao alto risco cirúrgico.