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Frente a um paciente em choque, sem causas externas óbvias como lesões arteriais com sangramento ativo, a conduta inicial deve considerar possibilidades a fim de nortear o raciocínio clínico. É fundamental avaliar o contexto da cena e investigar potenciais fontes ocultas de perda sanguínea para orientar a conduta inicial. Assinale a alternativa correta:
Em casos de choque sem sangramento visível, deve-se considerar causas emocionais como principal hipótese diagnóstica.
Devem-se considerar possibilidades como quantidade de sangue perdida na cena, trauma torácico, abdominal, trauma pélvico ou de ossos longos.
Quando não há sangramento externo aparente, é possível descartar completamente hipóteses de hemorragia interna.
O primeiro passo é observar se o paciente responde a estímulos verbais, desconsiderando qualquer avaliação da cena.
O choque sem lesão arterial externa evidente é geralmente autolimitado e não requer investigação adicional.