

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O trauma cranioencefálico (TCE) é uma das causas mais comuns de atendimento nos serviços de emergência. Seguindo o protocolo do ABCDE para o atendimento ao paciente politraumatizado, o TCE é abordado na letra D, que corresponde à avaliação do estado neurológico. Durante a avaliação inicial, o maior objetivo do tratamento do TCE é:
Controlar apenas resposta inflamatória sistêmica por meio do uso precoce de corticosteroides, reduzindo a pressão intracraniana.
Reduzir a atividade metabólica cerebral por meio da sedação profunda, evitando qualquer estímulo sensorial.
Prevenir a lesão cerebral secundária, já que esta está associada a pior prognóstico do paciente. Portanto, deve-se estabelecer pressão arterial adequada, visando à perfusão cerebral suficiente para garantir a oxigenação cerebral.
Aumentar a pressão intracraniana intencionalmente para forçar a perfusão cerebral, utilizando agentes vasopressores.
Priorizar a ressuscitação volêmica agressiva, independentemente da pressão arterial, para evitar hipoperfusão sistêmica.