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Homem de 56 anos, CEAP C6, apresenta úlcera maleolar medial direita de 5 × 6 cm, exsudativa, com halo eritematoso discreto, sem febre e sem dor intensa. No exame de ultrassonografia doppler do sistema venoso do membro inferior direito, está descrito refluxo contínuo na safena magna, em toda a sua extensão, incluindo a croça. O diâmetro relatado no exame é de 9 mm na região da croça. O sistema venoso profundo é pérvio e compressível, e não há relato de qualquer alteração no sistema venoso profundo. O índice tornozelo-braquial (ITB) foi medido, e o resultado foi 1,0. Ainda, o paciente tem hipertensão e dislipidemia controladas, além de antecedente de varicocele operada na juventude.
Qual estratégia levará a cicatrização mais rápida da úlcera e terá maior durabilidade no cenário do paciente descrito?
Ablação térmica endovenosa da safena magna, associada à terapia compressiva e ao manejo local, com reavaliação ambulatorial em curto prazo para ajuste dos curativos.
Escleroterapia da safena magna com espuma associada à terapia compressiva e ao manejo local ambulatorial dos curativos.
Aguardar cicatrização completa com terapia compressiva de alta pressão (30–40 mmHg) e, então, realizar safenectomia com ligadura da croça para reduzir risco infeccioso perioperatório.
Bota de Unna com trocas semanais, por 8 semanas, desbridamentos e curativos, mantendo repouso relativo, e reavaliação de tratamento diferente da bota de Unna somente após essas 8 semanas.