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Com relação à infecção aguda pós-esplenectomia (IAPE), assinalar a alternativa INCORRETA.
É a complicação tardia fatal mais comum em esplenectomizados.
O risco de IAPE é geralmente mais elevado nos primeiros dois anos após a cirurgia.
O Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é o organismo mais comumente associado.
O risco da IAPE é menor entre os pacientes que foram submetidos à esplenectomia para tratar doenças malignas e/ou condições hematológicas do que entre os que se submeteram à esplenectomia por trauma.