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Um atleta amador de 28 anos, praticante regular de...

Um atleta amador de 28 anos, praticante regular de crossfit, sofreu uma queda sobre a mão espalmada durante um treino e foi diagnosticado com fratura distal do rádio. Ele foi imobilizado no pronto-socorro com gesso circular axilopalmar e orientado a retornar para reavaliação em 7 dias. Após 24 horas, o paciente retorna ao serviço de emergência referindo dor intensa e progressiva no antebraço, que não melhora com analgesia, acompanhada de parestesia nos dedos e palidez da mão.


Considerando o quadro, a conduta mais correta é:


A

administrar analgésico mais potente, aguardar melhora e liberá-lo para casa.


B

reforçar que esse desconforto é esperado nas primeiras 48 horas e manter a imobilização.


C

abrir imediatamente o gesso para aliviar a compressão e reavaliar a perfusão distal.


D

manter o gesso fechado para não perder a redução obtida, utilizando apenas gelo e elevação do membro.


E

solicitar apenas um Doppler periférico e manter o gesso até liberação pelo radiologista.