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Homem, 31 anos, é vítima de fratura fechada de tíbia após acidente motociclístico. Duas horas após a imobilização inicial, passa a referir dor intensa e progressiva, desproporcional ao exame físico, não aliviada por analgésicos opioides. Apresenta parestesia distal, com pulsos periféricos ainda palpáveis. Qual é a conduta imediata mais adequada?
Mensurar pressão intracompartimental e indicar fasciotomia de urgência.
Solicitar Doppler arterial do membro acometido.
Administrar bloqueio anestésico regional para analgesia.
Elevar o membro e aguardar redução do edema.
Ajustar analgesia e reavaliar em 6 horas.