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A Sra. L.J.G. de 42 anos comparece à Unidade de Saúde da Família após investigação de contato domiciliar com familiar recentemente diagnosticado com tuberculose pulmonar bacilífera. O usuário encontra-se assintomático, sem tosse, febre, sudorese noturna ou perda ponderal. A radiografia de tórax não evidencia alterações sugestivas de doença ativa, e o teste para infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis apresenta resultado positivo.
A equipe registra o caso no sistema de vigilância, exclui criteriosamente sinais de tuberculose ativa e avalia a necessidade de intervenção preventiva, considerando as diretrizes nacionais vigentes para controle da infecção latente.
De acordo com os protocolos oficiais do Ministério da Saúde, a conduta mais adequada nesse cenário consiste em: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Indicar tratamento da infecção latente, conforme critérios estabelecidos, com registro e acompanhamento no âmbito da vigilância em saúde.
Instituir imediatamente esquema terapêutico completo para tuberculose ativa, independentemente da ausência de manifestações clínicas e radiológicas.
Encerrar o acompanhamento, uma vez que a ausência de doença ativa exclui necessidade de intervenção sanitária.
Restringir o manejo à realização de radiografia de tórax anual, sem indicação de quimioprofilaxia.