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Um paciente politraumatizado evolui com hipotensão refratária, acidose metabólica grave e disfunção renal aguda. Em relação ao caso, a alternativa que indica CORRETAMENTE o mecanismo fisiopatológico central na progressão para falência de múltiplos órgãos é:
Hipoperfusão tecidual persistente, levando a disfunção mitocondrial e incapacidade de utilização adequada de oxigênio.
Ativação exclusiva do sistema nervoso simpático, resultando em vasoconstrição generalizada sem repercussões metabólicas.
Liberação de catecolaminas em excesso, que por si só explicam todas as falências orgânicas observadas.
Supressão completa da resposta inflamatória, impedindo recrutamento celular e reparo tecidual.
Aumento isolado da pressão venosa central, sem repercussão sistêmica significativa.