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Na fratura proximal do fêmur na criança, segundo a classificação de Delbet e Collona, o tipo mais comum é a:
intertrocantérica com 40%.
transcervical com 45%.
subtrocantérica com 35%.
transepifiseal com 30%.
cervicotrocantérica com 45%.
No tratamento do dedo em botoeira, a técnica que utiliza um retalho da própria banda central para a reconstrução da porção central do aparelho extensor é denominada:
Fowler.
Snow.
Matev.
Aiche.
Littler.
A watershed area no hamato, que é pouco vascularizada e tem risco de causar osteonecrose, localiza-se:
na base do hâmulo.
no terço do hâmulo.
no ápice do hâmulo.
na face radial do hamato.
na entrada do pedículo dorsal do hamato.
A vascularização da cabeça do úmero é suprida principalmente pela:
artéria arqueada.
artéria axilar.
artéria circunflexa umeral anterior
artéria circunflexa umeral posterior.
inserção dos tendões do manguito rotador.
Na semiologia da mão, o teste de Elson avalia:
a contratura das bandeletas laterais do extensor dos dedos.
a perda da extensão da falange distal do polegar.
a subluxação ulnar dos extensores na artrite reumatoide.
a contratura dos 4º e 5º lumbricais.
a integridade da porção central do aparelho extensor dos dedos.
Na paralisia braquial obstétrica, o subtipo II proposto por Waters corresponde:
ao achatamento da cabeça umeral e glenoide.
ao desenvolvimento de uma falsa glenoide.
ao aumento da retroversão da glenoide.
à subluxação glenoumeral posterior com diplasia posterolateral da glenoide.
à subluxação glenoumeral posterior com displasia posterior da glenoide.
No tratamento conservador da síndrome do túnel do carpo, o uso da órtese noturna é mais efetivo com o punho em posição:
neutra.
de 20° de flexão.
de 20° de extensão.
de 30° de extensão.
de 10° de flexão.
A refratura dos ossos do antebraço na criança:
ocorre em média 12 meses após a fratura.
é mais comum em crianças do sexo feminino (3:1).
é mais comum entre 6 e 8 anos de idade.
é mais comum no terço e proximal.
é reportada em 15 a 20% dos casos.
Na compressão do nervo ulnar no canal de Guyon, a(s) zona(s) onde ocorre(m) lesão puramente motora é/são:
1.
2.
3.
1 e 2.
1 e 3.
A incidência radiocapitelar para avaliar a cabeça do rádio consiste em uma radiografia com cotovelo fletido e raio direcionado a:
60° caudal.
45° caudal.
45° cefálico.
30° caudal.
30° cefálico.
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente com doença de Kienbock no estágio III B da classificação de Litman com ulna minus. |
Nesse caso, qual é o procedimento recomendado?
Osteotomia de nivelamento para reduzir pressão no semilunar.
Enxerto ósseo vascularizado do rádio distal.
Carpectomia da fileira proximal.
Descompressão do núcleo central do rádio.
O nervo interósseo posterior tem como segundo músculo a ser inervado:
o extensor do dedo mínimo.
o extensor radial curto do carpo.
o extensor comum dos dedos.
o extensor longo do polegar.
o abdutor longo do polegar.
Em qual compartimento do antebraço estão os flexores dos dedos?
Anterior superficial.
Anterior profundo.
Posterior.
Lateral.
Considere uma lesão alta do mediano, acima do cotovelo, em que o reparo foi realizado adequadamente. Nesse caso, qual é o primeiro músculo a ser reinervado?
Supinador.
Pronador redondo.
Flexor radial do carpo.
Palmar longo.
Na classificação de Wassel, para duplicação congênita do polegar, sabe-se que:
o tipo III é o mais comum.
no tipo IV, a separação é completa até o metacarpo.
no tipo II, as unhas não são fundidas.
no tipo V, tem polegar trifalângico.
Quando a tenólise, após reparo primário dos tendões flexores, é melhor indicada?
Após dois meses.
Após três meses.
Após quatro meses.
Após cinco meses.
Qual estrutura anatômica impede a migração volar das bandas laterais do aparelho extensor?
Ligamento retinacular transverso.
Ligamento retinacular oblíquo.
Ligamento triangular.
Ligamento intermetacarpal.
Qual deformidade será observada no dedo com lesão da banda central do aparelho extensor?
Dedo em botoeira.
Dedo em martelo.
Dedo em pescoço de cisne.
Dedo rígido.
Qual a incidência aproximada da pseudartrose do rádio distal?
0,2%.
1%.
2%.
5%.
Em relação à biomecânica do carpo, quando se realiza o desvio radial do punho observa-se:
verticalização do escafoide.
horizontalização do escafoide.
giro do semilunar para o lado dorsal.
giro do piramidal para dorsal e lateral.