Questões de Concurso sobre Cirurgia de Mão

 
 
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É uma alteração crônica associada à paralisia obstétrica do tronco superior a contratura em:


A
Rotação externa do ombro.

B
Abdução do ombro.

C
Rotação interna do ombro.

D
Flexão do ombro.

Seroma e hematoma do dorso são complicações na área doadora após o levantamento do músculo latíssimo do dorso. Incluem modalidades para prevenção/tratamento destas complicações


A

Triancinolona, curativo de pressão sub-atmosférica, superóxido dismutase.


B

Dreno aspirativo, pontos de adesão (Baroudi), adesivo de fibrina.


C

Curativo compressivo, ‘blood patch’ (instilação de sangue periférico), cianoacrilato.


D

Ressecção cirúrgica de toda cápsula/hematoma, PICC (cateter central inserido por via periférica), interposição de membrana dérmica regenerativa.

O teste de Roos auxilia no diagnóstico da:

A
Síndrome do desfiladeiro torácico.

B
Lesão slap do ombro.

C
Tendinite bicipital.

D
Artrose esternoclavicular.

Todas as alternativas abaixo são indicações de tratamento cirúrgico nas fraturas do boxer, EXCETO


A
Desvio rotacional.

B
Pseudogarra.

C
Fraturas múltiplas no mesmo raio.

D
Desvio angular da fratura maior que 40 graus.

E
Fraturas expostas.

De acordo com Green, no que tange o transplante do dedo do pé para mão:


A

Dissecção retrógrada do vaso digital a partir da primeira comissura não faz sentido visto que em 10% dos casos haverá dominância do sistema arterial plantar.


B

Na mão metacarpal (impossibilidade de realizar pinça) com polegar íntegro e amputação dos dedos longos proximal a comissura é indicado se utilizar-se do transplante combinado de 2º e 3º dedos do mesmo pé.


C

Na fase aguda da amputação na base de múltiplos dedos longos é proscrito o uso do retalho ínguino-crural (groin) com pedículo cutâneo para revestimento uma vez que o retalho antebraquial volar (chinês reverso) cumpre este papel em procedimento de estágio único.


D

Quando se deparar com amputações de múltiplos dedos longos na base da falange proximal, regularize-os até o nível da articulação metacarpo-falangeana para se obter o fechamento cutâneo primário. Uma vez que pensando em futuramente transplantar o dedo do pé para mão você pode levar esta junta a partir do próprio pé.

Na fratura transversa da diáfise da falange proximal, o desvio geralmente é:


A

Dorsal pela ação do flexor superficial do dedo.


B

Volar, pela ação do flexor superficial do dedo.


C
Dorsal, pela ação do interósseo.

D
Volar, pela ação do interósseo.

Em relação ao espaço de Parona, é CORRETO afirmar que


A

se localiza no antebraço proximal, entre o extensor radial longo e curto do carpo.


B

é a continuação da bainha do flexor longo do polegar.


C

tem como limite distal a bainha dos flexores do dedo mínimo.


D

está situado entre a fascia do pronador quadrado e a bainha dos flexores profundos dos dedos.


E

sua infecção isolada é frequente e acontece por via hematogênica.

Qual das alternativas NÃO corresponde a uma característica do retalho inguinal, quando utilizado para a cobertura da mão?


A

Seroma, necrose marginal e infecção são complicações encontradas.


B

É um retalho axial baseado na artéria ilíaca circunflexa superficial.


C

Primariamente foi desenhado para cobertura de lesões extensas da região palmar e polegar.


D

Apresenta grande quantidade de tecido subcutâneo nos pacientes obesos.


E

A rigidez de cotovelo ocorre, principalmente, em pacientes idosos, sendo esta uma contraindicação relativa.

No exame físico da queimadura da mão de terceiro grau, a principal característica é:


A
O eritema.

B
A presença de bolhas.

C
A coloração branca e rosa.

D
A ausência de dor.

De acordo com a classificação de Tubiana, qual o estágio de um paciente portador da doença de Dupuytren no dedo médio e que se apresenta clinicamente com contratura em flexão da articulação metacarpofalangeana, interfalangeana proximal e interfalangeana distal em 45, 40 e 10 graus, respectivamente?


A
0

B
1

C
2

D
3

E
4

Dentre os ligamentos do punho abaixo, assinale a alternativa que indica aquele anatomicamente situado extrarticular.


A
Radioescafocapitato

B
Ligamento transverso do carpo

C
Radiolunar longo

D
Radiolunar curto

E
Escafolunar

O estágio 1 de Mayfield é representado no estudo radiográfico como uma:


A
Luxação volar do semilunar.

B
Dissociação escafolunar.

C
Luxação dorsal do semilunar.

D
Luxação perilunar dorsal do carpo.

Na escala MESS utilizada nos traumas severos dos membros é um dos critérios analisados:


A
O grau de contaminação.

B
O tempo de exposição óssea.

C
O tamanho da exposição óssea.

D
A presença de choque.

Na semiologia da lesão do nervo ulnar, o sinal de Froment acontece pela paralisia do(a):


A
Primeiro interósseo dorsal.

B
Adutor do polegar.

C
Primeiro interósseo palmar.

D
Cabeça profunda do flexor curto do polegar.

A fratura do capítulo tipo II (Kocher-Lorenz) é caracterizada por:


A
Envolver uma larga porção do capítulo.

B
Ser cominutiva.

C
Envolver também a tróclea.

D
Ser uma fratura osteocondral.

No tratamento cirúrgico da fratura de Monteggia em adultos:


A

a redução cirúrgica da luxação da cabeça do rádio é frequente.


B

a fixação da fratura do rádio deve ser o primeiro passo.


C

o uso de fio intramedular é a técnica preferida para a fixação da diáfise da ulna.


D

a luxação residual da cabeça do rádio sugere alinhamento inadequado da ulna.


E

o acesso anterior é o mais utilizado.

Na fratura do olecrano:


A

tratada conservadoramente, deixa-se tala por três a quatro semanas e se inicia movimento após esse período.


B

quando há necessidade cirúrgica, o acesso medial é o mais utilizado.


C

é frequente a necessidade de ressecção parcial e avanço do tríceps.


D

a técnica de banda de tensão é adequada para fraturas cominutivas.


E

o uso de placa e parafusos para fixação é ideal para fraturas simples.

 
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