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Acerca do atendimento inicial ao trauma em pediatria, assinale a alternativa correta.
Os maus-tratos são as maiores causas de trauma em crianças.
As prioridades são as mesmas observadas no paciente adulto.
Não se deve usar, sob nenhuma forma, cânulas orotraqueais com cuff em crianças pequenas.
As quedas são as maiores causas de morte por trauma em crianças.
As crianças respondem da mesma maneira que os adultos à perda sanguínea.
Um homem foi atropelado por um ônibus e o serviço de assistência pré-hospitalar realizou a intubação orotraqueal no local, devido ao rebaixamento do nível de consciência. Após avaliação inicial, a cânula orotraqueal está bem colocada e há murmúrio vesicular presente, bilateralmente, à ausculta torácica. Seus dados hemodinâmicos são: frequência cardíaca de 120 bpm; pulso radial palpável, fino e rápido; e tempo de enchimento capilar maior que 3 segundos. O FAST mostrou pequena quantidade de líquido livre na pelve e o exame físico apontou que a bacia era estável e havia fratura, com desvio, nas duas pernas e na coxa direita.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
transfusão de concentrado de hemácias de tipo específico e laparotomia
transfusão de concentrado de hemácias O negativo e laparotomia
transfusão de concentrado de hemácias de tipo específico e alinhamento das fraturas
transfusão de concentrado de hemácias O negativo e alinhamento das fraturas
não transfundir o paciente, pois o pulso radial é palpável e a restituição volêmica irá aumentar o sangramento
Assinale a opção que apresenta lesões típicas do trauma abdominal por guidão de bicicleta.
lesão hepática e/ou esplênica
lesão pancreática e/ou duodenal
trauma hepático e/ou do cólon transverso
lesão de jejuno e/ou íleo
trauma gástrico e/ou do cólon ascendente
Três fatores devem ser avaliados para guiar o momento e o tipo de estabilização de uma fratura exposta de fêmur: a magnitude das múltiplaslesões do organismo do paciente; o grau de lesão e contaminação dostecidos moles; e, as condições técnicas disponíveis de dispositivos de estabilização. De acordo com asrecomendações das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, a melhor forma de tratamento definitivo para pacientes com fraturas expostas diafisárias de fêmur do tipo Gustilo e Anderson II é:
Fixação com placa e parafusos.
Fixação com haste intramedular.
Imobilização com tala gessada e tratamento conservador.
Tratamento inicial com fixador externo provisório seguido de fixação interna com haste intramedular.
Criança de sete anos de idade chega ao pronto-socorro vítima de queda de laje há 30 minutos. Segundo a acompanhante, imediatamente após o trauma, o paciente apresentou perda de consciência e um episódio de vômito. À admissão, encontrava-se com 15 pontos na Escala de Coma de Glasgow, com pupilas isocóricas fotorreagentes, sem déficits. Realizado raio X simples de crânio, constatou-se fratura em região temporal direita. Enquanto aguardava tomografia de crânio, evoluiu com rebaixamento do nível de consciência (11 pontos na Escala de Coma de Glasgow), hemiparesia esquerda e anisocoria D > E.
A hipótese mais provável é
hematoma subdural agudo com herniação uncal.
lesão axonal difusa.
contusão temporal esquerda.
hematoma extradural com herniação uncal.