Mulher, de 38 anos de idade, foi encaminhada à endocrino­ logista devido às queixas de amenorreia e galactorreia há cerca de 1 ano.A PRL era de llO ng/dL.ARM da sela túrcica mostrou lesão intrasselar com extensão suprasselar, medindo 2,2 x 2,1 x 1,4 cm. A paciente foi tratada com cabergolina (máxima dose tolerada de 2 mg/semana) durante 6 meses, o que resultou em normalização da PRL, mas redução de apenas 20% nas dimensões tumorais. Sobre esse caso,

  • A.

    a dosagem de IGF-1 não é necessária.

  • B.

    adenoma clinicamente não funcionante, com desvio da haste hipofisária, é a única possibilidade diagnóstica.

  • C.

    deve-se aumentar adose da cabergolina para 3 mg/semana.

  • D.

    resistência tumoral à cabergolina é uma probabilidade viável.

  • E.

    a cirurgia deveria ser indicada já no início.