Mulher, de 38 anos de idade, fez avaliação bioquímica, em 2003, que se mostrou normal. Um ano após, foi diagnosticada como sendo portadora de diabetes melito (DM). Durante 20 meses, permaneceu com controle glicêmico satisfatório, por meio de terapia anti-hiperglicêmica oral (TARO). Nos útlimos 6 meses, observou-se um aumento crescente de HbAlC e das glicemias de jejum e pós-prandial, a despeito do uso de terapia tríplice oral com metformina (2 g/dia), glimepirida (4 mg/dia) e pioglitzona (45 mg/dia). Outros exames revelaram os seguintes resultados: função tireoi­ diana, hemograma, sumário de urina e radiografia de tórax normais; peptídeo C = 0,5 ng/mL (basal) e 0,8 ng/mL (após glucagon); anticorpo anti-GAD = 8,2 U/mL (VR: < 1,0). A normalização da glicemia e da HbAlc foi restaurada após a introdução de insulinoterapia (insulina glargina pela manhã
+ insulina Aspart pré-prandial). Entre as opções seguintes, qual é a mais provável para justificar a perda do controle glicêmico através da TARO?

  • A.

    Diabetes tipo LADA.

  • B.

    Diabetes tipo 1.

  • C.

    Falência secundária aos hipoglicemiantes orais.

  • D.

    Diabetes tipo MODY 3.

  • E.

    Diabetes tipo 2 com insulinopenia.