Gestante de 33 semanas, previamente hígida, foi internada em enfermaria de alto risco por aumento da pressão arterial (máximo de 140/95 mmHg) iniciado há uma semana. Exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 13 g/dL; plaquetas: 105.000 mm3; TGO: 112 U/L; creatinina: 1,4 mg/dL; LDH: 580; ácido úrico: 6,7; proteinúria de 24 horas: 2 g. Após dois dias, apresentou cefaleia intensa, náuseas, dois episódios de vômitos, amaurose e PA de 150/110 mmHg seguida de crise convulsiva. Qual o diagnóstico mais provável e a conduta a ser tomada?
Eclâmpsia; sulfatação, tratamento da crise hipertensiva e interrupção da gestação assim que houver estabilização do quadro.
Eclâmpsia; diazepam endovenoso para controle da crise convulsiva e interrupção imediata da gestação.
Epilepsia; uso de anticonvulsivante oral e interrupção da gestação com 40 semanas.
Fígado gorduroso da gestação; interrupção imediata da gestação.
Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade; tratamento da hipertensão com anti-hipertensivo oral, uso de corticoide para amadurecimento pulmonar, conduta expectante até 37 semanas se houver bom controle da pressão arterial e do bem-estar fetal.