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O sistema de abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo foi destaque na mídia nos últimos meses e a população pôde conhecer melhor o seu funcionamento e algumas de suas fragilidades. Em grande parte, este sistema se baseia em reservatórios, que visam regularizar a vazão ao longo do tempo e atender ao abastecimento de água. Durante a crise de abastecimento, se divulgou que cada um dos reservatórios do sistema de abastecimento está dividido em um volume útil e um volume morto. Este último é definido como o volume que:
fica abaixo da curva de permanência ou de duração e é usado no abastecimento nos períodos de alta temperatura;
é preenchido com sedimentos da bacia hidrográfica ao longo do tempo e que não é utilizado no abastecimento;
é destinado à autodepuração e uso futuro para abastecimento;
é usado de forma contínua, durante todo o ano;
fica abaixo da curva de regularização ou de duração mínima e seu uso é opcional.