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Uma conhecida associação direcionada à proteção do meio ambiente iniciou uma campanha com o objetivo de sensibilizar os governos envolvidos e a respectiva população de que certas práticas, diretamente imbricadas com o desenvolvimento econômico da região, poderiam conduzir o respectivo bioma a um “ponto de não retorno”. Essa assertiva, no entanto, foi muito combatida por setores governamentais, que viam uma verdadeira confusão conceitual nos termos empregados.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar que:
o processo contínuo e acelerado de degradação da vida vegetal e animal pode resultar, em certo momento, na impossibilidade de retorno ao status quo, o que aponta para a correção da assertiva da associação;
o denominado “ponto de não retorno” é direcionado às atividades nucleares, resultando da irreversibilidade dos efeitos decorrentes dessa matriz energética e da sua permanência por longo lapso temporal, o que demonstra a incorreção da assertiva da associação;
somente o ecossistema característico de uma área geográfica, que assume perspectivas mais amplas que o bioma, pode ser alcançado pela irreversibilidade dos efeitos colaterais da atividade econômica, o que demonstra a incorreção da assertiva da associação;
a essencialidade e as características únicas da vida, qualquer que seja ela, apontam para a correção da assertiva da associação, pois qualquer medida que comprometa ou extinga a vida, em uma perspectiva micro ou macro, caracteriza um “ponto de não retorno”;
biomas são vistos, conceitualmente, como processos renováveis de formação do clima e da geologia de uma região, resultando no delineamento da respectiva paisagem, logo, a evolutividade é da sua essência, não a estratificação, o que demonstra a incorreção da assertiva da associação.