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Como a compostagem ganha protagonismo no Brasil
No país que recicla menos de 1% do seu lixo orgânico, a compostagem cresce pela força do empreendedorismo que ocupa lacunas deixadas pela ineficiência da gestão pública
Imagine um país que produz 77,1 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos por ano, dos quais 45,3% são formados por resíduos orgânicos, sendo que, desse total, menos de 1% é reciclado. Essa foi a realidade brasileira em 2022, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2023, elaborado pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema). [...] Com muito espaço para crescer, gerando benefícios socioambientais e econômicos, boas notícias vêm de movimentos de empreendedores que estão tentando ocupar lacunas deixadas pela ineficiência do poder público em relação à compostagem.
(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/. Acesso em: maio de 2025.)
Com vistas à preservação do meio ambiente, algumas alternativas têm crescido, como, por exemplo, hábitos de consumo mais responsáveis e descarte adequado de resíduos. Tendo em vista os benefícios da compostagem para o meio ambiente, é correto afirmar que tal prática contribui com:
Manutenção do lixo doméstico, renovação do solo, produção de alimentos orgânicos e prejuízos à saúde dos produtores.
Redução do lixo reciclável, aumento da atividade microbiana positiva nos solos e comercialização de fertilizantes sintéticos.
Decomposição de lixo orgânico, rotatividade do solo e geração de renda a partir dos adubos sintéticos produzidos em larga escala.
Redução do lixo orgânico, melhorias no solo e possibilidade de geração de renda pela produção de adubo natural e incremento às hortas caseiras.