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A coleta de amostras é, provavelmente, o passo mais importante para a avaliação de uma determinada área de estudo com o objetivo de bem representar o corpo d’água amostrado e/ou a rede de distribuição de água tratada. São consideradas práticas essenciais para que a amostragem seja realizada com precaução e técnica e, assim, evite todas as fontes possíveis de contaminação e de perdas, EXCETO:
Coletar um volume suficiente de amostra para eventual necessidade de se repetir algum ensaio no laboratório.
Fazer a ambientação dos equipamentos de coleta com água do próprio local, se necessário; colocar as amostras ao abrigo da luz solar, imediatamente após a coleta e preservação.
Acondicionar em caixas térmicas com gelo as amostras que exigem refrigeração para sua preservação, especialmente aquelas amostras para ensaio de oxigênio dissolvido que devem ser rapidamente mantidas sob refrigeração.
A coleta de água superficial é a que ocorre entre 0 e 30 centímetros da lâmina d’água, enquanto que a em profundidade ocorre abaixo de 30 centímetros da lâmina d’água e deve ser realizada obrigatoriamente com o auxílio de equipamento adequado, tomando-se o cuidado de não provocar a suspensão do sedimento próximo ao fundo.
O congelamento é uma técnica aceitável para alguns ensaios e serve para aumentar o intervalo entre a coleta e o ensaio da amostra in natura; porém, é inadequada para as amostras cujas frações sólidas (filtráveis e não filtráveis) alteram-se com o congelamento e posterior retorno à temperatura ambiente, e para a maioria das determinações biológicas e microbiológicas.