• A.

    É mau procedimento atribuir à criança responsabilidades que competem inteiramente aos adultos. Os adultos, incapazes de ajudar as crianças a se desembaraçarem de seus "entraves", facilmente as acusam de insuficiência congênita em determinada atividade.

  • B.

    Fala-se de falta de dons, tanto nas crianças quanto nos adultos, o que na maioria das vezes é simplesmente a dificuldade de se familiarizar com as condições do jogo instrumental, as atitudes, os gestos, os movimentos de que eles necessitam. É esta dificuldade, a obsessão que ela suscita, os esforços que provoca, que obscurecem os dons para a música.

  • C.

    Mesmo as crianças e os adultos habilidosos, que facilmente aprendem a manejar ferramentas complicadas, podem se tornar bruscamente rígidos e desajeitados na presença de um instrumento musical, cuja construção e estrutura lhes parecem como irremediavelmente misteriosa e caótica.

  • D.

    Apesar da diferença cognitiva de uma criança para outra, o tempo para o aprendizado musical e as técnicas utilizadas devem ser únicos para todas as crianças, pois o doutrinamento através da disciplina é preponderante para o desenvolvimento musical.