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A fluorose dental e a esquelética são os únicos efeitos prejudiciais cientificamente comprovados devidos à ingestão contínua de flúor em concentração acima da recomendada e por longos períodos. É correto afirmar que a fluorose dental:
é um agravo congênito, caracterizado pela má-formação dentária causada pela baixa ingestão de flúor durante a amelogênese.
promove um aumento da porosidade do esmalte, que se torna menos mineralizado, com manifestações clínicas que vão do manchamento leve à má-formação do esmalte.
adquirida após a erupção do elemento dental pode gerar hipomineralização do esmalte de forma tão intensa quanto a fluorose adquirida durante a formação do elemento dental
contraindica o uso de flúor, pois a aplicação e a ingestão do medicamento podem agravar o quadro, inclusive em dentes permanentes.
deve-se ao excesso de ingestão de fluoretos após a erupção dos dentes e, normalmente, caracteriza-se por estrias esbranquiçadas e, em casos mais graves, pela hipoplasia do esmalte, que pode ocasionar danos estéticos consideráveis em qualquer etapa da vida.