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“O nervo facial tem uma importância central na cirurgia da parótida, tanto para o cirurgião como para o doente. É fundamental para preservar a sua função que o cirurgião conheça bem a anatomia cirúrgica e domine os pontos cardeais para a sua identificação” (FAGAN, 2005, p. 1).
Sobre o nervo facial, é correto afirmar que
emerge do forame mentoniano e penetra na glândula parótida.
o nervo e as suas ramificações atravessam a parótida deixando cerca de 1/3 do corpo da glândula superficialmente.
o tronco do nervo facial emerge do crânio pelo forame cego, que se situa na extremidade profunda da sutura timpanomastoidea.
como a dissecção da parótida é, geralmente, conduzida pela identificação do nervo facial e seus ramos, este nervo, efetivamente, e de uma perspectiva cirúrgica, divide a glândula em três lobos: um superficial e dois profundos.
o canal parotídeo emerge da glândula parótida anteriormente, atravessa o músculo masséter, e, medialmente, segue em torno da margem anterior deste músculo, perfurando o músculo bucinador e surgindo na cavidade bucal em frente ao 2º dente molar superior.