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Atualmente não se considera mais um paciente em sepse...

Os custos econômicos e sociais associados à sepse são superlativos, e abundante pesquisa científica tem sido direcionada a esse tema por representar a rotina dos intensivistas. Dessa forma, o entendimento fisiopatológico da sepse e as respectivas diretrizes clínicas devem fazer parte do arsenal de conhecimento do profissional que aspira trabalhar em unidade de terapia intensiva (UTI). Até o início da década de 1990, termos como sepse, septicemia, síndrome séptica e choque séptico eram utilizados na literatura médica e foram mudados em 2016 pela confusão que causavam na produção científica e na comparação de dados entre as diferentes UTI.


Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir

Atualmente não se considera mais um paciente em sepse quando ele apresenta os sinais e sintomas que compõem a síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS).

C
Certo

E
Errado