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O controle de infecção na prática odontológica deve obedecer a princípios básicos, de acordo com os quais os profissionais de saúde devem tomar medidas para proteger a sua saúde e a da sua equipe, evitar o contato direto com matéria orgânica, limitar a propagação de microrganismos e tornar seguro o uso de artigos, peças anatômicas e superfícies. Analise as medidas de biossegurança a seguir e marque a alternativa CORRETA.
Os serviços de saúde pública dispõem de vacinas contra a maioria dos microrganismos passíveis de aquisição durante a prática odontológica, tais como difteria, hepatite B, rubéola, tétano, tuberculose, parotidite virótica (caxumba) e sarampo.
A lavagem das mãos, com frequência, não tem eficácia na prevenção e no controle de infecções, quando analisada isoladamente no conjunto das ações a serem adotadas pelos profissionais de saúde, pois remove apenas uma parte da microbiota transitória da pele.
A utilização de equipamentos de proteção individual não é obrigatória durante os atendimentos odontológicos que envolvam apenas procedimentos de prevenção, como profilaxias e aplicação tópica de flúor.
As máscaras devem ser escolhidas de modo a permitir a proteção necessária. Assim, devem-se usar máscaras com uma a três camadas de proteção nos atendimentos odontológicos, conforme a complexidade e o risco de contaminação de cada procedimento.
Para as superfícies que não podem ser descontaminadas facilmente, indica-se o uso de coberturas esterilizáveis e não descartáveis. Essas coberturas garantem total controle de infecções cruzadas, com menor gasto e redução do tempo para desinfecção.