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Segundo o Professor Dr. Ruy Fonseca Brunetti, no prefácio do livro “Manual de Prótese Parcial Removível" ( Kliemann e Oliveira, 2011), a confecção de próteses sem o rigor da melhor técnica irá gerar situações desagradáveis frente aos pacientes, necessitando de correções nem sempre aceitáveis como melhor solução. De acordo com Kliemann e Oliveira (2011), sobre Próteses Parciais Removíveis (PPRs), é INCORRETO afirmar que:
o processo de polimerização deve ser lento para que o monômero da resina ativada termicamente tenha tempo para se combinar totalmente com o polímero, evitando bolhas internas.
no ato da instalação das PPRs, ao analisar as próteses sobre o modelo de trabalho, se houver rebordos retentivos, excesso de resina além da área chapeável ou excesso de resina na transição entre a parte plástica e a armação metálica, dificultando a inserção, devem ser feitos desgastes antes da análise estática da PPR na boca.
a análise estática da PPR na boca consiste em análise da base e bordas, análise estética, análise da oclusão, provas funcionais de retenção e de adaptação e teste fonético.
quando detectadas, as áreas retentivas da fibromucosa devem ser demarcadas com lápis cópia e ajustadas na prótese respeitando a trajetória da inserção.
durante a análise dinâmica da PPR, devem ser observados critérios de Beyron Dawson: cargas axiais ao longo eixo do dente, contatos simultâneos e bilaterais, ausência de interferência no lado de trabalho, desoclusão no lado de balanceio (exceto em extremos-livre), desoclusão de dentes posteriores durante protrusão, guia incisal em harmonia com movimentos mandibulares.