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Segundo Anusavice (2013), sobre o reparo de restaurações de...

Segundo Anusavice (2013), sobre o reparo de restaurações de amálgama, é correto afirmar que


A

quando um amálgama que acabou de ser triturado é condensado na superfície previamente asperizada de um amálgama já existente, a resistência flexural pode chegar à 70% daquela do amálgama original.


B

o preparo de uma pequena cavidade no amálgama existente para restabelecer retenção mecânica entre as duas porções não melhora a qualidade da junção no reparo.


C

para áreas que exibem pequenas fraturas marginais (fendas com largura de aproximadamente 250 um), pode-se condicionar o esmalte adjacente à restauração e, depois de enxaguar e secar a área, selar a fenda com agente adesivo dentinário.


D

o aumento da quantidade de mercúrio na mistura, antes de condensar o novo incremento no local a ser reparado, pode diminuir a resistência do reparo.


E

não se utiliza reparo em amálgama.