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Mesmo havendo disponível no mercado uma grande variedade...

Mesmo havendo disponível no mercado uma grande variedade anatômica de pinos intrarradiculares, em algumas situações clínicas pode ainda não haver uma boa adaptação desses retentores ao conduto radicular. Essas situações podem ser solucionadas por meio de pinos personalizados ou anatômicos. De acordo com Baratieri et al. (2017), assinale a opção correta com relação ao protocolo clínico para a confecção e cimentação de pinos anatômicos utilizando-se um cimento resinoso autoadesivo.


A

Após o tratamento superficial do pino com ácido fosfórico ou esfregaço com álcool, procede-se a lavagem e a secagem para, logo após, fazer a aplicação do adesivo propriamente dito, seguido de fotopolimerização.


B

O preparo da raiz deve ser realizado com a aplicação de vaselina líquida visando a isolar a dentina radicular dos materiais adesivos, facilitando a posterior remoção do pino após seu reembasamento,.


C

Após o isolamento do conduto, uma resina composta ou fluida é inserida no conduto e o pino introduzido e posicionado no interior do canal. Procede-se, então, a fotoativação do conjunto por 1 minuto. O conjunto é removido de uma única vez, lavado para remoção do lubrificante e está pronto para a cimentação adesiva.


D

Se na confecção do pino anatômico for observado inadequado assentamento do pino no interior do canal radicular, não se deve alterar por desgaste sua forma anatômica original na tentativa de obter melhor assentamento no conduto.


E

Mesmo reduzindo-se o número de rotações por minuto do contra-ângulo, o uso de uma ponta espiral tipo lentulo não pode ser usado para a inserção do cimento resinoso autoadesivo, uma vez que o calor produzido no cimento em virtude do uso dessa ponta acelera o processo de presa do cimento.