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Segundo BARATIERI (2015), as resinas compostas podem contrair-se em volume quando se polimerizam, sendo o principal problema inerente a essa classe de materiais. Essa contração não pode, no entanto, ser considerada um fator único quando da seleção da resina, pois outros fatores como rigidez, resistência flexural e resistência à fadiga devem ser computados. Nesse sentido, antes de preconizar uma técnica bem definida de inserção e polimerização, é importante que o clínico reflita sobre alguns fatos. Das afirmativas abaixo assinale a opção incorreta.
A contração de polimerização das resinas fotoativadas, ao contrário do que se acreditou, não ocorre em direção a luz.
A partir de comparações entre resinas autopolimerizáveis e fotopolimerizáveis, observou-se que as duas se contraem igualmente, mas as primeiras produzem menos tensão de polimerização, uma vez que tem menos tempo para aliviar as tensões criadas.
O fator C (fator de configuração cavitária) expressa em números a quantidade de tensão que a resina composta irá transmitir às paredes da cavidade durante a polimerização.
Quando do uso de materiais muito hidrofílicos, como os ionômeros de vidro modificados por resina, a expansão do material restaurador pode promover a deflexão das cúspides para o sentido oposto.