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Segundo HIRATA (2011), a grande dificuldade estética nas restaurações de classe III encontra-se no mascaramento deste tipo de restauração, e torna este o grande desafio, ainda que a cavidade tenha tamanho reduzido. Em relação às restaurações de classe III, analise as afirmativas e marque a incorreta.
Inicialmente, deve-se sempre evitar o envolvimento das superfícies vestibulares para facilitar a obtenção de resultados satisfatórios. Uma exceção deve ser feita nos casos onde a vestibular se encontra preservada, mas a camada de esmalte está excessivamente delgada. Nestas situações, sempre que o esmalte tiver menos de 0,5mm de espessura, deve-se removê-lo.
Uma regra que permeia o conceito restaurador de cavidades proximais anteriores estéticas é quando a vestibular já estiver comprometida e a cavidade não atingir as cristas marginais vestibulares, deve-se evitar o biselamento.
Em cavidades que possuam hidróxido de cálcio como base, o resultado estético é facilitado por esse material.
Quando existir envolvimento vestibular e este englobar a região de cristas marginais deve-se realizar o biselamento, em especial e mais profundamente, a área cervical.