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A formulação e o desenvolvimento dos cimentos ionômero de vidro (CIV), por Wilson e Kent (1971), teve por objetivo aliar as boas propriedades de dois cimentos distintos, o cimento de silicato e o cimento de policarboxilato de zinco. Dessa forma, a combinação de um material com partículas de vidro, alumíno e silicato, com uma solução aquosa de ácido poliacrílico, produziu um material odontológico versátil e com excelente durabilidade, quando corretamente manipulado.
Em relação à microestrutura dos cimentos ionômero de vidro, é correto afirmar que a/o
baixo peso molecular do ácido alquenoico aumenta a resistência mecânica do cimento, porém deixa a massa do material mais viscosa.
partícula de pó (sílica, alumina e fluoreto de cálcio) apresenta o mesmo tamanho em todas as formulações e em suas distintas indicações.
CIV modificado por resina geralmente mantém o mesmo padrão de liberação de flúor dos cimentos convencionais, assim como a possibilidade de sofrer o “recarregamento” de flúor.
reação de presa desse material é dividida em 3 fases: (1) deslocamento de íons e ionização do ácido poliacrílico; (2) formação do gel de sílica; (3) formação da matriz de polissais e presa final.