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Numa unidade de saúde odontológica em que o cirurgião-dentista atua com um público-alvo definido, o planejamento da organização de fluxos de pacientes torna-se fundamental para garantir, desde o início do tratamento, a continuidade do cuidado até a concessão de alta e manutenção. Nesse caso, o cirurgião-dentista deve
identificar os grupos de pacientes, seus perfis de utilização dos serviços odontológicos e a gravidade das doenças bucais, a fim de traçar estratégias tanto para o enfrentamento de problemas bucais ocasionais ou contínuos, como para manutenção coletiva e/ou concessão de alta, além das ações de educação em saúde.
acolher o paciente, sempre respeitando a ordem de chegada, identificando o motivo real pela procura do serviço e, em seguida, realizar o exame visual com espátula de madeira ao início do turno de trabalho.
oferecer atenção clínica com prioridade a quadros dolorosos e/ou agudos (exodontias, restaurações e aberturas coronárias), isentando-se da responsabilidade de atender aos pacientes agendados anteriormente.
delegar e supervisionar atividades aos Técnicos em Saúde Bucal e/ou Auxiliares em Saúde Bucal, quando o tempo necessário para o atendimento é escasso e as demandas são numerosas.
incorporar ao processo de trabalho em equipe técnicas de educação em saúde e escovação dentária supervisionada, a fim de que os Técnicos em Saúde Bucal e/ou Auxiliares em Saúde Bucal realizem essas atividades sem a participação direta ou indireta do cirurgião-dentista.