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O amálgama dentário é o produto da reação entre o mercúrio e a liga com a qual irá se misturar e reagir. A liga pode variar tanto na composição quanto na forma e, por isso, a seleção do amálgama dentário mais apropriado deve considerar as variáveis controladas pelo fabricante e as controladas pelo profissional, pois elas terão efeito nas propriedades do material como nas características de manipulação e desempenho clínico. Desta forma, é correto afirmar que:
o contato de duas restaurações de amálgama pode ocasionar desconforto ao paciente ou mesmo um gosto metálico acentuado devido à possibilidade de formação de uma célula galvânica; tendo a saliva como meio eletricamente condutor.
são considerados materiais restauradores muito frágeis, com baixa resistência à tração, necessitando de preparos cavitários não conservadores a fim de evitar a formação de regiões muito finas de amálgama.
possuem baixa condutividade térmica e possíveis problemas oriundos da sensibilidade pulpar podem ser evitados através da correta técnica de preparo cavitário com o uso de forradores ou vernizes.
são restaurações metálicas consideradas esteticamente deficientes, que possuem durabilidade, necessitam de polimento frequente a fim de evitar o deslustre que enfraquece o material e pode levar à fratura.
as ligas de partículas esféricas necessitam de maior quantidade de mercúrio durante a amalgamação e por isso a condensação deve ser iniciada com condensadores de menor diâmetro, com altas pressões para aflorar o mercúrio, aumentando a resistência e o creep do amálgama.