

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No tratamento clínico da cárie, um dos grandes desafios é estabelecer o diagnóstico e a extensão do preparo cavitário com o mínimo de remoção de tecido dental. Com relação à decisão relacionada à extensão da remoção dentinária, é correto afirmar que
em cavidades profundas, pela probabilidade de remanescente bacteriano na dentina não amolecida, a questão mais relevante a ser avaliada é o tipo de material restaurador a ser utilizado.
a remoção dentinária com a técnica não invasiva deve ter acompanhamento radiográfico imediato, com frequência semestral e anual, até completar 2 anos.
o uso de corantes diagnósticos entre dentina amolecida e dentina contaminada facilita a decisão de remoção dentinária, minimizando o sacrifício da dentina circumpulpar.
inicialmente, todo tecido cariado das paredes laterais deve ser removido, permitindo, assim, melhor selamento marginal.
critérios diagnósticos, como coloração e dureza, permitem decisões mais acertadas em relação à remoção, por meio de colheres de dentina afiadas, da dentina infectada.