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A higienização das mãos é a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Acerca desse assunto, é CORRETO afirmar que:
A microbiota residente é mais resistente à remoção apenas com água e sabonete, e as bactérias que a compõem podem se tornar agentes potenciais de infecções veiculadas por contato, como, por exemplo, os estreptococos beta-hemolíticos.
Nos serviços de saúde em áreas tropicais, a utilização dos álcoois para fricção antisséptica das mãos é um aspecto bastante importante devido à boa atividade que possuem contra os esporos e os oocistos de protozoários.
Os idóforos são antissépticos reconhecidos por sua efetividade, porém, devido às propriedades de causar irritação e manchar a pele e ao fato de não apresentarem efeito residual, possuem uma aceitabilidade variável.
A higienização antisséptica das mãos deve ter duração de procedimento semelhante à da higienização simples, ou seja, de 40 a 60 segundos. Já para a antissepsia cirúrgica o tempo estimado é de três a cinco minutos para a primeira cirurgia e de dois a três minutos para cirurgias subsequentes.