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O uso de lasers de baixa potência (fotobiomodulação) tem demonstrado eficácia em diversas áreas da odontologia para o controle da dor e aceleração do reparo tecidual. Acerca das aplicações clínicas e mecanismos biológicos, assinale a alternativa CORRETA.
laser de alta potência do tipo Er:YAG é contraindicado para o preparo cavitário em dentina, pois seu mecanismo de ação por microexplosões térmicas promove a carbonização total da polpa dental em dentes permanentes.
A utilização de terapia fotodinâmica antimicrobial - aPDT exige a aplicação de um fotossensibilizador na bolsa periodontal, seguido pela irradiação com luz infravermelha de alta intensidade para cauterizar as fibras gengivais supracrestais.
A fotobiomodulação atua nas mitocôndrias celulares, aumentando a produção de Trifosfato de Adenosina - ATP e reduzindo mediadores inflamatórios, sendo indicada para o tratamento de mucosite oral e parestesias nervosas.
O laser de CO2 é a ferramenta de primeira escolha para a remoção de tártaro subgengival em pacientes portadores de marca-passo cardíaco, devido à sua capacidade de desintegrar cálculos renais à distância via ultrassom.
A proteção ocular durante o uso de laser odontológico é facultativa para o paciente, desde que o profissional utilize óculos de proteção com filtro de densidade óptica compatível com a cor da resina composta em procedimentos clínicos odontológicos de rotina diária.