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O uso do laser de baixa potência tornou-se rotina na odontologia moderna. Entretanto, alguns cuidados são fundamentais no uso dessa tecnologia, como:
o profissional responsável pela aplicação deve estar atento às áreas de exposição direta ao laser e também à exposição indireta de superfícies refletoras.
uso de óculos de proteção é obrigatório ao paciente e opcional ao operador.
o ambiente deve ser isolado e preparado com avisos nas portas da sala e luzes de aviso quando o aparelho estiver em funcionamento.
impedir a presença de pessoas na sala a não ser o paciente e o profissional que aplicará o laser.
não inalar as partículas presentes na fumaça causada pela vaporização dos tecidos pelo risco de contaminação cruzada.
A laserterapia em pacientes oncológicos com mucosite oral tem conhecida habilidade de provocar efeitos biológicos por meio de processos fotofísicos e bioquímicos, aumentando o metabolismo celular. O laser em pacientes com mucosite oral atua
no tratamento da mucosite oral, mas não exerce qualquer efeito na prevenção e na manutenção da integridade da mucosa.
diminuindo a produção de ATP no interior das células, provocando diminuição da mitose.
diminuindo a degranulação de mastócitos, favorecendo alterações circulatórias locais.
controlando a produção e liberação de substâncias nos fenômenos de dor e inflamação, como as prostaglandinas, prostaciclinas, histaminas e serotonina.
fazendo com que diminua o limiar de dor, impedindo que os estímulos dolorosos se transmitam aos centros nervosos superiores.
A escolha deum aparelho fotoativador é sempre um desafio. O mercado oferece muitas opções, e as diversas áreas odontológicas podem requerer um equipamento com características específicas para um determinado fim. Vale lembrar que o compósito resinoso se tornar rígido, não significa que a fotoativação foi corretamente realizada. Mais do que se tornar rígido, o compósito precisa ter alto grau de conversão, ou seja, a maior quantidade de polímeros formados.
Fonte: REIS, B.R. Fotoativação: o que você deve saber! Disponível em:< http://opalini.com>. Acesso em: 18 maio 2019.
Dentre os diversos tipos de aparelhos fotoativadores, estes são aparelhos que emitem luz azul visível com altíssima intensidade. No entanto, o estresse formado por essa rápida polimerização e a incapacidade de formar cadeias poliméricas resistentes fez com que sua utilização, como fotoativador de materiais resinosos, fosse desencorajada. Além disso, não utilizam filtros e geram menos calor. As características acima são atribuídas aos
aparelhos lasers.
aparelhos LEDs.
aparelhos halógenos.
aparelhos LEDs de alta potência.
As terapias de fotobiomodulação (lasers) estão cada vez mais inseridas na rotina diária da odontologia. Sobre as aplicações e os protocolos do laser na odontologia, é correto afirmar que
os lasers de alta potência são utilizados na bioestimulação dos tecidos nervosos pré e pós-procedimentos cirúrgicos.
os lasers de alta potência apresentam, como principal característica, a facilidade no transporte e uso em diversos ambientes.
a penetração dos lasers de baixa potência pode ser modificada, alterando o comprimento de onda ou a forma de contato entre a ponteira do aparelho e o tecido irradiado.
no tratamento da hipersensibilidade dentinária, o uso de laser de baixa potência apresenta ação termomecânica de bloqueio das entradas dos túbulos dentinários.
no pós-operatório de cirurgia de tecidos moles, os tecidos devem ser irradiados imediatamente na faixa de luz infravermelho com 180J/cm2 por ponto.
Os lasers utilizados na odontologia são classificados em lasers de alta potência e lasers de baixa potência, levando em consideração o comprimento de onda aos efeitos obtidos a partir da irradiação do tecido. Em relação aos lasers de aplicabilidade odontológica, é correto afirmar que
os lasers de baixa potência atuam basicamente pelo aumento da temperatura.
os lasers de baixa potência na faixa do infravermelho atuam mais superficialmente, enquanto a emissão do vermelho permite uma atuação em maior profundidade.
uma das principais vantagens dos lasers de alta potência é sua ação antimicrobiana.
o laser de alta potência promove o aumento da produção de β-endorfina e a diminuição da transmissão do impulso nervoso.
o laser de alta potência promove a aceleração dos processos de reparação tecidual, a regeneração óssea e o restabelecimento da função neural.
A hipersensibilidade dentinária é um problema que atinge atualmente grande parte da população. Além de causar desconforto bucal, gera uma série de inconvenientes na vida psicossocial do indivíduo. Com o advento do uso do laser na odontologia, tem-se uma nova opção de tratamento da sensibilidade dentinária.
Em relação ao laser no tratamento da hipersensibilidade dentinária, assinale a alternativa correta.
Os lasers de alta potência provocam uma aceleração no processo cicatricial, pelo aumento na proliferação celular, assim como uma mudança de atividade fisiológica das células excitadas pelo laser.
Os lasers de baixa potência mais utilizados são os de Nd:YAG, podendo ter um comprimento de onda variando de 635 nm a 850 nm.
Um dente com dentina mais transparente absorve mais radiação pelo laser de Nd:YAG do que uma dentina com pigmentações marrons ou mais amareladas.
O modo de aplicação dos lasers de alta intensidade na dentina é igual à técnica de irradiação dos lasers de baixa intensidade para o tratamento da hipersensibilidade dentinária.
Os lasers cirúrgicos atuam promovendo o selamento dentinário pela obliteração dos túbulos dentinários, e os lasers não cirúrgicos atuam através dos efeitos analgésico, anti-inflamatório e bioestimulador da polpa dental, levando à formação de dentina reacional.
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando as informações sobre terapia laser de baixa potência (TLBP) à respectiva aplicação em odontologia hospitalar.
(1) 660nm
(2) 780nm
(3) mucosite
(4) herpes labial recorrente
(5) transplante de medula óssea
( ) comprimento de onda mais indicado para analgesia
( ) a TLBP promove aumento da periodicidade das suas manifestações
( ) a TLBP pode ser usada na prevenção e no tratamento dessa condição
( ) a TLBP promove menor tempo de internação e diminuição do uso de opioides
( ) comprimento de onda mais indicado para reparo tecidual
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
2 – 3 – 4 – 5 – 1.
2 – 4 – 3 – 5 – 1.
1 – 3 – 4 – 5 – 2.
1 – 4 – 3 – 5 – 2.
4 – 3 – 2 – 5 – 1.
Em relação aos efeitos da terapia laser de baixa potência (TLBP), assinale a alternativa INCORRETA.
A TLBP é amplamente empregada no tratamento das mucosites orais, devido à possibilidade de melhora da qualidade de vida do paciente; no entanto, devem ser observadas as interações possíveis com as terapias às quais ele está submetido.
As lesões bucais causadas pela família do herpes-vírus simples podem ser tratadas com laser para uma redução da sintomatologia e do desconforto e do tempo de cura das lesões.
O laser contribui para a recuperação das propriedades mecânicas teciduais, sendo possível restabelecer a função de forma mais rápida, o que é importante na recuperação de pacientes internados.
Os efeitos estimuladores do laser são aplicados para se obter aumento da resposta tecidual reparativa, enquanto os inibitórios são utilizados para conter a inflamação e diminuir a dor.
A utilização do laser para preparo cavitário tem limitações no que se refere à remoção de grandes quantidades de estrutura dentária; não permite a definição de paredes cavitárias sendo, portanto, mais indicado para procedimentos restauradores com materiais adesivos.