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Paciente compareceu ao consultório dentário com queixa estética na maxila anterior. Ao exame clínico, o dentista observou excessivo trespasse horizontal, provocando falta de contato entre os incisivos superiores e inferiores e impossibilidade de desoclusão dos dentes posteriores em Guia Incisiva. O clínico, então, decide aumentar o tamanho dos cíngulos dos incisivos superiores para restabelecer a correta Guia incisiva. De acordo com Fradeani (2006), qual problema poderá surgir dessa abordagem terapêutica e como o clínico poderá diagnosticá-la, respectivamente?
Inflamação periodontal/ sondagem periodontal.
Mobilidade dentária/ teste de mobilidade com cabo do espelho.
Aumento da dimensão vertical de oclusão/ dores na ATM.
Desconforto na fonação/ teste fonético.
Redução do espaço para a língua/ verificação da pronúncia dos fonemas T e D.
Na existência de reações inflamatórias em casos que sobrepujam a defesa do organismo, a dor pulpar aguda é resultante de fenômenos musculoesqueléticos característicos de tecido conjuntivo que levam à compressão das fibras nervosas.
Certo
Errado
A amamentação natural é apontada como fator determinante na prevenção de más oclusões na dentição decídua, mista e permanente, favorecendo adequados crescimento e desenvolvimento craniofacial. Em contrapartida, a amamentação artificial por meio da mamadeira pode levar ao desenvolvimento de
sobremordida
mordida cruzada posterior.
má oclusão de classe III.
hipertonicidade muscular.
expansão da arcada superior.
O trauma de oclusão é o termo usado para descrever as alterações patológicas ou adaptativas que ocorrem no periodonto em consequência de forças produzidas pelos músculos da mastigação.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre o trauma oclusal.
( ) As alterações que ocorrem nos tecidos periodontais em consequência do trauma de oclusão são similares e independem da altura do tecido-alvo, que é o periodonto.
( ) Nos casos de uma redução acentuada na altura do periodonto, até mesmo forças pequenas podem provocar lesões traumáticas ou adaptativas nos tecidos periodontais.
( ) Waerhaug concluiu, a partir de suas medidas, que os defeitos ósseos verticais e as bolsas infraósseas ocorrem de forma diferente em dentes com e sem trauma de oclusão.
( ) Segundo Glickman, as estruturas periodontais são divididas em duas zonas: a zona de irritação e a zona de correparação.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
(V); (V); (F); (F).
(F); (V); (F); (F).
(V); (F); (V); (V).
(F); (F); (V); (V).
“A angulagem horizontal deve ser absolutamente cêntrica, pois uma pequena superposição de faces pode invalidar o exame, obrigando à sua repetição.” Trata-se da técnica radiográfica:
Oclusal.
Interproximal.
Periapical (bissetriz).
Periapical (técnica de Clark).
Segundo BARATIERI (2015), estudos feitos por Niswonger, Posselt, e Ramfjord e Ash indicam que a grande variabilidade de espaço interoclusal em pacientes diferentes e algumas variações no mesmo indivíduo. Alonsso considera que o espaço funcional livre (EFL) varia de indivíduo para indivíduo e conforme o tipo de chave de oclusão. Para indivíduos Classe II esse espaço varia de:
6 a 7 mm.
7 a 9 mm.
5 a 7 mm.
3 a 5 mm.
Tendo em vista as oclusopatias, é CORRETO afirmar que
não é um problema de saúde pública mundial, mas afeta a estética oral e facial dos indivíduos, sobretudo no Brasil.
a publicação da classificação de Angle em 1890 foi a primeira definição clara e simples de oclusão normal da dentição natural.
o Índice de Estética Dentária é ideal para identificar casos de má oclusão no seu início.
a avaliação da condição da dentição, o espaço e a oclusão compõem o Índice de Estética Dentária.
o Índice de Estética Dentária foi desenvolvido e vem sendo bastante utilizado para avaliar e classificar as dentições decíduas, mistas e permanentes.
A avaliação dos vários fatores do exame funcional do paciente serve para auxiliar a determinação dos fatores etiológicos da má oclusão. Podemos afirmar que:
não existe correlação entre desiquilíbrio muscular e dentário.
o desiquilíbrio muscular pode desencadear o desequilíbrio dentário e, principalmente, ósseo.
quando temos desiquilíbrio muscular sempre teremos desiquilíbrio ósseo.
quando temos desiquilíbrio muscular, sempre teremos desiquilíbrio dentário.
O tipo de patologia bucal difícil de ser avaliado epidemiologicamente, devido à variedade de índices existentes, à falta de consenso sobre qual o melhor instrumento de medida e também à própria definição da aplicabilidade desta avaliação, é:
a má oclusão.
a câncer bucal.
a periodontite.
a fluorose.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza a utilização do Índice de má-oclusão. Baseado nos critérios do índice, assinale a opção que apresenta uma má-oclusão leve ou grau 1.
Apinhamento nos 4 incisivos anteriores inferiores.
Transpasse horizontal maxilar de 9mm ou mais.
Transpasse horizontal mandibular maior do que 1 dente.
Mordida aberta.
Diastema de 5mm entre os incisivos centrais superiores.
Com relação ao desenvolvimento da oclusão na dentição decídua marque a alternativa CORRETA:
De acordo com Baume, a relação terminal entre os segundos molares decíduos superior e inferior, no que se refere a face distal, estabelece 3 tipos de planos terminais: reto, degrau mesial e degrau distal.
O arco tipo I de Baume é caracterizado pela ausência de espaços primatas e espaços generalizados entre os incisivos decíduos superiores e inferiores.
A relação distal em plano terminal reto pode desenvolver uma relação oclusal de primeiros molares permanentes em classe III de Angle.
Os espaços situados na distal dos primeiros molares decíduos são chamados de espaços primatas.