Questões de Concurso sobre Outros Assuntos de Dentística

 
 
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Segundo Baratieri et al (2010), as facetas indiretas confeccionadas com cerâmicas necessitam de espessura adequada para promover um resultado estético e funcional satisfatório. Tal requisito traduz-se, geralmente, na necessidade de um preparo que sempre se inicia pela pré-visualização da forma final da restauração. Quando a forma pré-operatória difere da forma desejada, indica-se


A

outra restauração: faceta indireta confeccionada com resina composta.


B

o mascaramento do substrato.


C

o enceramento diagnóstico realizado em um modelo ou a mudança intraoral da forma pelo acréscimo de compósitos.


D

a mudança da forma pelo acréscimo de compósitos e o afastamento gengival com fio retrator.


E

o enceramento diagnóstico e o mascaramento do substrato.

A porcelana é um tipo de cerâmica caracterizada por ter na sua composição um silicato de alumínio hidratado que fornece plasticidade à pasta de porcelana e cor esbranquiçada. Segundo Conceição et al (2005), esse composto é denominado


A

sílica.


B

caulim,


C

alumina.


D

quartzo.


E

feldspato.

Na escolha do material biocompatível para a proteção indireta do complexo dentinopulpar, considera-se primordialmente a relação entre a distância da superfície da câmara coronária e a densidade, a orientação, o diâmetro e a localização dos túbulos dentinários.

C
Certo

E
Errado

Provavelmente, o procedimento mais utilizado pelo clínico em tratamentos conjugados dentística-periodontia é a cunha interproximal nos casos de cavidades tipo II em que a extensão da margem da restauração se encontra subgengival. Segundo Conceição et al (2007), a cunha interproximal é indicada nas seguintes condições, EXCETO:


A

impossibilidade de realizar isolamento absoluto.


B

dentes com dificuldade de colocação e adaptação de cunha interproximal.


C

dentes com dificuldade de colocação e adaptação de matriz interproximal.


D

hiperplasia gengival generalizada.


E

dentes com invasão do espaço biológico.

Segundo Conceição, et al (2007), assinale a opção INCORRETA no que diz respeito às correlações entre o tipo de mancha dentária e suas características,


A

Manchas dentárias decorrentes de eritroblastose fetal têm como característica a coloração verde a castanho decorrente da degradação excessiva de eritrócitos.


B

Manchas dentárias decorrentes de traumatismo com necrose pulpar têm como característica o escurecimento do dente pela degradação da hemoglobina em ferro e combinação com sulfereto de hidrogênio após sangramento intrapulpar.


C

Manchas dentárias decorrentes da fluorose têm como características serem marrom ou branco opaco ou até apresentarem defeito no esmalte por alteração metabólica dos ameloblastos.


D

Manchas dentárias decorrentes de icterícia grave apresentam-se verde-azuladas ou marrons nos dentes decíduos.,


E

Manchas dentárias decorrentes da dentinogênese imperfeita têm como características serem brancas até castanho escura, com redução na espessura ou quantidade de esmalte por razões sistêmicas, locais ou hereditárias.

Os produtos à base de hidróxido de cálcio são utilizados há bastante tempo na odontologia, com ampla documentação de seus resultados clínicos. São considerados aspectos positivos do uso do hidróxido de cálcio P.A., EXCETO:


A

Maior difusão de íons de cálcio no remanescente dentário.


B

Elevado pH, entre 11 e 12, trazendo propriedades bactericidas.


C

Material de baixo custo e fácil aplicação na forma de pó ou pasta.


D

Em capeamentos pulpares, evita a ocorrência de calcificações ectópicas.

Segundo Baratieri et al (2010), existem várias técnicas de fotopolimerização de uso corrente na odontologia restauradora, porém algumas técnicas se destacam. Sendo assim, correlacione as técnicas às suas respectivas descrições, assinalando a seguir a opção que apresenta a sequência correta.


I - Fotoativação em passos.

II - Fotoativação uniforme contínua.

III - Fotoativação em rampa.

IV - Fotoativação em pulso tardio.


( ) A emissão de luz é realizada em uma intensidade alta durante os primeiros segundos, passando à intensidade média e nela permanecendo até o final do processo.

( ) A intensidade de luz é mantida constante, do início ao fim da fotoativação, em geral, na potência máxima do fotopolimerizador.

( ) Envolve uma rápida ativação inicial (de 3 a 5 segundos), em baixa intensidade, seguida de um intervalo de aiguns minutos. A seguir, realiza-se uma segunda ativação, com alta intensidade e por tempo adequado de modo a garantir a polimerização do material.

( ) A emissão de luz é realizada em uma intensidade baixa durante os primeiros segundos, passando à intensidade máxima e nela permanecendo até o final do processo.

( ) Nessa técnica, a intensidade de luz aumenta progressivamente até atingir a emissão máxima, mantida até o fim da fotoativação.

( ) A intensidade de luz é mantida constante, do início ao fim da fotoativação, em geral, na potência média do fotopolimerizador.


A

(-) (-) (IV) (I) (III) (II)


B

(I) (III) (-) (IV) (-) (II)


C

(III) (II) (I) (-) (IV) (-)


D

(-) (II) (IV) (I) (III) (-)


E

(I) (II) (IV) (-) (III) (-)

Os pinos de fibra de vidro são envolvidos por um material resinoso, aderindo-se quimicamente aos compósitos odontológicos convencionais. Sendo assim, sua técnica de cimentação com um material resinoso de dupla polimerização no interior do canal preparado inclui:


A

condicionamento com ácido fluorídrico das paredes do canal, lavagem e secagem, aplicação do adesivo nas paredes condicionadas e no pino, fotopolimerização do adesivo, inserção do cimento resinoso no interior do canal, assentamento do pino e fotopolimerização do cimento;


B

condicionamento com ácido fluorídrico das paredes do canal, lavagem e secagem, aplicação do adesivo nas paredes condicionadas e no pino, fotopolimerização do adesivo, inserção do cimento resinoso no interior do canal, assentamento do pino e fotopolimerização do cimento;


C

condicionamento com ácido fosfórico das paredes do canal, lavagem e secagem, aplicação do adesivo nas paredes condicionadas e no pino, fotopolimerização do adesivo, inserção do cimento resinoso no interior do canal, assentamento do pino e fotopolimerização do cimento;


D

condicionamento com ácido fosfórico das paredes do canal, lavagem e secagem, aplicação do adesivo somente nas paredes condicionadas e fotopolimerização do mesmo, inserção do cimento resinoso no interior do canal, assentamento do pino e fotopolimerização do cimento;


E

condicionamento com ácido fosfórico das paredes do canal, lavagem e secagem, aplicação do adesivo nas paredes condicionadas e fotopolimerização do mesmo, aplicação do agente de silanização no pino, inserção do cimento resinoso no interior do canal, assentamento do pino e fotopolimerização do cimento.

Com relação ao preparo cavitário de uma cavidade Classe I profunda, em que o material empregado será o amálgama de prata, o primeiro passo será:

A
eliminar o esmalte dental sem suporte ao redor da lesão cariosa;

B
proteger a parede pulpar com material biocompatível, para realizar proteção térmica;

C
estender o preparo aos sulcos remanescentes e defeitos anatômicos oclusais;

D
remover a dentina cariada com brocas esféricas grandes e colheres de dentina;

E
manter as paredes da cavidade planas e paralelas ao longo do eixo do dente.
Com relação aos preparos cavitários para restaurações com amálgama, assinale a afirmativa INCORRETA.

A
Cavidades de classe I, com paredes paralelas e profundidade igual ou maior que o istmo vestibulolingual, são consideradas autorretentivas e não necessitam de quaisquer outras formas de retenções adicionais.

B
Nas cavidades de classe I mais largas que profundas, o preparo cavitário deve ter paredes convergentes e essa convergência deve ser obtida às expensas das paredes mesial e distal.

C
Numa cavidade de classe II composta, é fundamental que as paredes de esmalte recebam acabamento com instrumentos manuais.

D
O ângulo cavosuperficial dos preparos de cavidades para restauração de amálgama deve ser tão próximo quanto possível de 90º.
Um preparo cavitário realizado no sulco palatino do 2º molar superior, com finalidade restauradora é, segundo a classificação de Black, um preparo cavitário

A
CIII

B
CII

C
CI

D
CV
 
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