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A avaliação do risco em saúde bucal é uma ferramenta fundamental para o planejamento de ações coletivas e de assistência, propiciando assim a equidade na Atenção em Saúde. Na avaliação do risco familiar, considera-se:
frequência de ingestão de sacarose, início tardio do hábito de escovação, baixa frequência de escovação, baixa exposição de flúor (sistêmico e tópico) e experiência anterior de cárie.
baixa renda familiar, menor grau de escolaridade materna, desemprego dos pais ou responsáveis, maior concentração de habitantes por domicílio, falta de acesso ao creme dental com flúor, uso coletivo da escova, hábitos alimentares na família que favorecem o consumo de sacarose e carboidratos e exposição à violência doméstica.
início tardio do hábito de escovação, baixa frequência de escovação, baixa renda familiar, menor grau de escolaridade materna e desemprego dos pais ou responsáveis.
doenças sistêmicas na família, acesso à fluoretação das águas de abastecimento público, CPO-D acima da média e baixa frequência de escovação e autopercepção sobre os agravos bucais.
doenças genéticas na família, domicílio em município ou região com baixo índice de desenvolvimento humano e alto índice de exclusão social e atraso escolar.