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A relação entre os limites anatômicos em que uma infecção odontogênica perfura o córtex externo do osso alveolar e se espalha para o músculo circundante e os anexos fasciais é importante para determinar o caminho da disseminação da infecção pela via de menor resistência. O conhecimento da anatomia desses espaços ajudará o cirurgião-dentista a avaliar os achados clínicos e radiográficos no diagnóstico e tratamento de infecções bucais e maxilofaciais, de forma a se obter acesso cirúrgico e drenagem adequados, evitando lesões iatrogênicas e maior morbidade potencial ao paciente.
Os espaços fasciais primariamente atingidos pelos processos infecciosos dos dentes superiores são
canino, vestibular e pterigomandibular.
massetérico, bucal e pterigopalatino.
vestibular, sublingual e palatino.
bucal, faríngeo lateral e canino.
infraorbital, bucal e vestibular.