Questões de Concursos Prefeitura de São Bento do Sul - SC

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Questão 1198226

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Posturas / Questão 3

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio


             Vida útil dos produtos está cada vez mais curta com a obsolescência programada 

Por Luiza Ester 


     Eletrodomésticos, eletrônicos, eletroeletrônicos e dispositivos digitais são, invariavelmente, descartados depois de algum tempo. Isso ocorre, muitas vezes, pelo desgaste do produto ou pela vontade do consumidor de adquirir novas versões daquele objeto de desejo. O que muitas pessoas não sabem é que esses objetos podem ser feitos pelos próprios fabricantes para não funcionar depois de um tempo programado, caracterizando a obsolescência programada. 
      O produto acaba se tornando ultrapassado ou não-funcional propositalmente, com o intuito de forçar a compra das suas novas gerações, fazendo aumentar a circulação e o consumo de produtos. Por isso, mais da metade dos aparelhos móveis e domésticos são substituídos em um curto período de tempo. 
     80% dos brasileiros não buscam assistência técnica e 46% preferem comprar novos aparelhos a consertar os velhos. De acordo com estudo, dentre os aparelhos mais usados pelos brasileiros, o celular é o que tem menor durabilidade, com uma vida útil de, em média, três anos. 
[...] 
       Mas como os fabricantes conseguem diminuir a vida útil dos aparelhos? Segundo o professor Geneflides Silva, 48, mestre em Informática Aplicada, a transformação provém da crescente evolução tecnológica e, consequentemente, da busca por inovação. “As pesquisas científicas permitem cada vez mais um conhecimento das propriedades físicas e químicas dos componentes, ocasionando um controle quase que absoluto do comportamento desejado de tais substâncias. Desta forma, este domínio permite aplicar na fabricação e durabilidade dos dispositivos”, afirma. 


Adaptado de: < http://portaldonic.com.br/jornalismo/2017/06 /16/vida-utildos- produtos-esta-cada-vez-mais-curta-com-a- obsolescencia- programada/ >. Acesso em: 12 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que o “o” em destaque tem função de pronome.

  • A.

    “[...] fazendo aumentar a circulação e o consumo de produtos.”

  • B.

    “O que muitas pessoas não sabem é que esses objetos podem ser feitos pelos próprios fabricantes [...]”

  • C.
    “O produto acaba se tornando ultrapassado ou não-funcional propositalmente [...]”
  • D.
    “Segundo o professor Geneflides Silva, 48, mestre em Informática Aplicada [...]”

Questão 1198177

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Obras / Questão 1

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio

Morar sozinho é fator de amadurecimento 
Por Sabrina Souza 

      Morar só pode parecer uma ideia terrível à primeira vista. Sentar sozinho à mesa, preparar as próprias refeições, varrer a casa, limpar banheiro são coisas que, na maioria das vezes, não passam pela cabeça de quem vive no conforto da casa dos familiares. Mas há muito do que tirar da experiência solo. A maturidade é um importante aspecto que se é trabalhado nessas situações. “Levo as dificuldades e os desafios [de morar sozinho] como crescimento pessoal”, revela Neto Soares, 18, estudante de Publicidade e Propaganda. Para muitos, liberdade é a principal vantagem de morar sozinho. 
      Essas são realidades cada vez mais recorrentes no dia a dia. De acordo com Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a 2015, o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas para viver a vida a um variam muito, mas uma em especial é comum entre os jovens. Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca de 29,2% dos alunos de ensino superior estudam em uma cidade diferente da sua natal. 
      O estudante de Publicidade, Neto, morava na cidade de Jaguaribara, no interior do Ceará. Ele comenta que decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação no ensino superior. “A única oportunidade de conseguir cursar o curso que eu queria era fazer a mudança [do interior para a capital]. Então, eu decidi que teria que morar sozinho”. Para Neto, a parte mais difícil de viver só e estudar é ter que conciliar os estudos com os afazeres da casa. “Eu já chego muito cansado da faculdade, ainda tenho que fazer comida, arrumar a casa, essas coisas…”, relata. 

Texto adaptado de: < http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de- amadurecimento/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

De acordo com o texto, é correto afirmar que

  • A.

    não existe qualquer desvantagem em morar sozinho. Há apenas condições que possibilitam o amadurecimento.

  • B.

    as pessoas que querem morar sozinhas fazem isso tendo em vista a liberdade.

  • C.

    uma das principais, e mais comum, causas para se morar sozinho são os estudos.

  • D.

    de acordo com o IBGE, em 10 anos, o número de pessoas que foram morar sozinhas cresceu mais de 14%.

Questão 1198178

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Obras / Questão 2

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio

Morar sozinho é fator de amadurecimento 
Por Sabrina Souza 

      Morar só pode parecer uma ideia terrível à primeira vista. Sentar sozinho à mesa, preparar as próprias refeições, varrer a casa, limpar banheiro são coisas que, na maioria das vezes, não passam pela cabeça de quem vive no conforto da casa dos familiares. Mas há muito do que tirar da experiência solo. A maturidade é um importante aspecto que se é trabalhado nessas situações. “Levo as dificuldades e os desafios [de morar sozinho] como crescimento pessoal”, revela Neto Soares, 18, estudante de Publicidade e Propaganda. Para muitos, liberdade é a principal vantagem de morar sozinho. 
      Essas são realidades cada vez mais recorrentes no dia a dia. De acordo com Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a 2015, o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas para viver a vida a um variam muito, mas uma em especial é comum entre os jovens. Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca de 29,2% dos alunos de ensino superior estudam em uma cidade diferente da sua natal. 
      O estudante de Publicidade, Neto, morava na cidade de Jaguaribara, no interior do Ceará. Ele comenta que decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação no ensino superior. “A única oportunidade de conseguir cursar o curso que eu queria era fazer a mudança [do interior para a capital]. Então, eu decidi que teria que morar sozinho”. Para Neto, a parte mais difícil de viver só e estudar é ter que conciliar os estudos com os afazeres da casa. “Eu já chego muito cansado da faculdade, ainda tenho que fazer comida, arrumar a casa, essas coisas…”, relata. 

Texto adaptado de: < http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de- amadurecimento/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que o termo em destaque indica finalidade.

  • A.
    “Ele comenta que decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação [...]”.
  • B.
    “[...] decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação no ensino superior”.
  • C.
    “[...] o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 10,4% para 14,6%”.
  • D.
    “Para Neto, a parte mais difícil de viver só [...]”.

Questão 1198179

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Obras / Questão 3

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio

Morar sozinho é fator de amadurecimento 
Por Sabrina Souza 

      Morar só pode parecer uma ideia terrível à primeira vista. Sentar sozinho à mesa, preparar as próprias refeições, varrer a casa, limpar banheiro são coisas que, na maioria das vezes, não passam pela cabeça de quem vive no conforto da casa dos familiares. Mas há muito do que tirar da experiência solo. A maturidade é um importante aspecto que se é trabalhado nessas situações. “Levo as dificuldades e os desafios [de morar sozinho] como crescimento pessoal”, revela Neto Soares, 18, estudante de Publicidade e Propaganda. Para muitos, liberdade é a principal vantagem de morar sozinho. 
      Essas são realidades cada vez mais recorrentes no dia a dia. De acordo com Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a 2015, o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas para viver a vida a um variam muito, mas uma em especial é comum entre os jovens. Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca de 29,2% dos alunos de ensino superior estudam em uma cidade diferente da sua natal. 
      O estudante de Publicidade, Neto, morava na cidade de Jaguaribara, no interior do Ceará. Ele comenta que decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação no ensino superior. “A única oportunidade de conseguir cursar o curso que eu queria era fazer a mudança [do interior para a capital]. Então, eu decidi que teria que morar sozinho”. Para Neto, a parte mais difícil de viver só e estudar é ter que conciliar os estudos com os afazeres da casa. “Eu já chego muito cansado da faculdade, ainda tenho que fazer comida, arrumar a casa, essas coisas…”, relata. 

Texto adaptado de: < http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de- amadurecimento/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

Em “[...] a parte mais difícil de viver só e estudar é ter que conciliar os estudos com os afazeres da casa. ‘Eu já chego muito cansado da faculdade, ainda tenho que fazer comida, arrumar a casa, essas coisas […]’”,

  • A.

    as expressões “ter que” e “tenho que” revelam a variante linguística regional do estudante Neto.

  • B.

    as expressões indicam possibilidade, e não necessidade ou obrigação.

  • C.

    nas duas expressões, o “que” está funcionando como pronome relativo.

  • D.

    nas expressões “ter que” e “tenho que”, o verbo “ter” poderia vir acompanhado da preposição “de”.

Questão 1198180

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Obras / Questão 4

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio

Morar sozinho é fator de amadurecimento 
Por Sabrina Souza 

      Morar só pode parecer uma ideia terrível à primeira vista. Sentar sozinho à mesa, preparar as próprias refeições, varrer a casa, limpar banheiro são coisas que, na maioria das vezes, não passam pela cabeça de quem vive no conforto da casa dos familiares. Mas há muito do que tirar da experiência solo. A maturidade é um importante aspecto que se é trabalhado nessas situações. “Levo as dificuldades e os desafios [de morar sozinho] como crescimento pessoal”, revela Neto Soares, 18, estudante de Publicidade e Propaganda. Para muitos, liberdade é a principal vantagem de morar sozinho. 
      Essas são realidades cada vez mais recorrentes no dia a dia. De acordo com Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a 2015, o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 10,4% para 14,6%. As causas para viver a vida a um variam muito, mas uma em especial é comum entre os jovens. Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca de 29,2% dos alunos de ensino superior estudam em uma cidade diferente da sua natal. 
      O estudante de Publicidade, Neto, morava na cidade de Jaguaribara, no interior do Ceará. Ele comenta que decidiu migrar para a capital para buscar a sua graduação no ensino superior. “A única oportunidade de conseguir cursar o curso que eu queria era fazer a mudança [do interior para a capital]. Então, eu decidi que teria que morar sozinho”. Para Neto, a parte mais difícil de viver só e estudar é ter que conciliar os estudos com os afazeres da casa. “Eu já chego muito cansado da faculdade, ainda tenho que fazer comida, arrumar a casa, essas coisas…”, relata. 

Texto adaptado de: < http: //portaldonic.com.br/jornalismo/2018/04/24/morar-sozinho-e-fator-de- amadurecimento/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

Em “Segundo dados divulgados pelo IBGE, em 2010, cerca de 29,2% dos alunos de ensino superior estudam em uma cidade diferente da sua natal.”, o verbo em destaque

  • A.

    está no plural para concordar com “cerca de 29,2% dos alunos”.

  • B.

    está no singular para concordar com “IBGE”.

  • C.

    deveria estar no singular para concordar com o sujeito “ensino superior”.

  • D.

    está conjugado na terceira pessoa do plural e no tempo presente do subjuntivo.

Questão 1198224

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Posturas / Questão 1

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio


             Vida útil dos produtos está cada vez mais curta com a obsolescência programada 

Por Luiza Ester 


     Eletrodomésticos, eletrônicos, eletroeletrônicos e dispositivos digitais são, invariavelmente, descartados depois de algum tempo. Isso ocorre, muitas vezes, pelo desgaste do produto ou pela vontade do consumidor de adquirir novas versões daquele objeto de desejo. O que muitas pessoas não sabem é que esses objetos podem ser feitos pelos próprios fabricantes para não funcionar depois de um tempo programado, caracterizando a obsolescência programada. 
      O produto acaba se tornando ultrapassado ou não-funcional propositalmente, com o intuito de forçar a compra das suas novas gerações, fazendo aumentar a circulação e o consumo de produtos. Por isso, mais da metade dos aparelhos móveis e domésticos são substituídos em um curto período de tempo. 
     80% dos brasileiros não buscam assistência técnica e 46% preferem comprar novos aparelhos a consertar os velhos. De acordo com estudo, dentre os aparelhos mais usados pelos brasileiros, o celular é o que tem menor durabilidade, com uma vida útil de, em média, três anos. 
[...] 
       Mas como os fabricantes conseguem diminuir a vida útil dos aparelhos? Segundo o professor Geneflides Silva, 48, mestre em Informática Aplicada, a transformação provém da crescente evolução tecnológica e, consequentemente, da busca por inovação. “As pesquisas científicas permitem cada vez mais um conhecimento das propriedades físicas e químicas dos componentes, ocasionando um controle quase que absoluto do comportamento desejado de tais substâncias. Desta forma, este domínio permite aplicar na fabricação e durabilidade dos dispositivos”, afirma. 


Adaptado de: < http://portaldonic.com.br/jornalismo/2017/06 /16/vida-utildos- produtos-esta-cada-vez-mais-curta-com-a- obsolescencia- programada/ >. Acesso em: 12 jul. 2019.

De acordo com o texto,

  • A.

    os materiais eletrônicos têm vida útil, em média, de três anos.

  • B.

    todas as pessoas sabem que o tempo de vida dos aparelhos eletrônicos é programado, mas cada vez mais o consumo aumenta.

  • C.

    os fabricantes conseguem controlar o tempo de vida útil dos aparelhos eletrônicos, o que gera estratégia de venda.

  • D.

    com o tempo, certos produtos eletrônicos são descartados por se tornarem esteticamente obsoletos e saírem de moda.

Questão 1198225

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Posturas / Questão 2

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio


             Vida útil dos produtos está cada vez mais curta com a obsolescência programada 

Por Luiza Ester 


     Eletrodomésticos, eletrônicos, eletroeletrônicos e dispositivos digitais são, invariavelmente, descartados depois de algum tempo. Isso ocorre, muitas vezes, pelo desgaste do produto ou pela vontade do consumidor de adquirir novas versões daquele objeto de desejo. O que muitas pessoas não sabem é que esses objetos podem ser feitos pelos próprios fabricantes para não funcionar depois de um tempo programado, caracterizando a obsolescência programada. 
      O produto acaba se tornando ultrapassado ou não-funcional propositalmente, com o intuito de forçar a compra das suas novas gerações, fazendo aumentar a circulação e o consumo de produtos. Por isso, mais da metade dos aparelhos móveis e domésticos são substituídos em um curto período de tempo. 
     80% dos brasileiros não buscam assistência técnica e 46% preferem comprar novos aparelhos a consertar os velhos. De acordo com estudo, dentre os aparelhos mais usados pelos brasileiros, o celular é o que tem menor durabilidade, com uma vida útil de, em média, três anos. 
[...] 
       Mas como os fabricantes conseguem diminuir a vida útil dos aparelhos? Segundo o professor Geneflides Silva, 48, mestre em Informática Aplicada, a transformação provém da crescente evolução tecnológica e, consequentemente, da busca por inovação. “As pesquisas científicas permitem cada vez mais um conhecimento das propriedades físicas e químicas dos componentes, ocasionando um controle quase que absoluto do comportamento desejado de tais substâncias. Desta forma, este domínio permite aplicar na fabricação e durabilidade dos dispositivos”, afirma. 


Adaptado de: < http://portaldonic.com.br/jornalismo/2017/06 /16/vida-utildos- produtos-esta-cada-vez-mais-curta-com-a- obsolescencia- programada/ >. Acesso em: 12 jul. 2019.

No trecho do texto: “Eletrodomésticos, eletrônicos, eletroeletrônicos e dispositivos digitais são, invariavelmente, descartados depois de algum tempo.”, o termo “invariavelmente”, nesse caso, pode ser substituído, sem prejuízo semântico, por

  • A.

    constantemente.

  • B.

    alternadamente.

  • C.

    aleatoriamente.

  • D.

    distintamente.

Questão 1198228

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal de Posturas / Questão 4

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Médio


             Vida útil dos produtos está cada vez mais curta com a obsolescência programada 

Por Luiza Ester 


     Eletrodomésticos, eletrônicos, eletroeletrônicos e dispositivos digitais são, invariavelmente, descartados depois de algum tempo. Isso ocorre, muitas vezes, pelo desgaste do produto ou pela vontade do consumidor de adquirir novas versões daquele objeto de desejo. O que muitas pessoas não sabem é que esses objetos podem ser feitos pelos próprios fabricantes para não funcionar depois de um tempo programado, caracterizando a obsolescência programada. 
      O produto acaba se tornando ultrapassado ou não-funcional propositalmente, com o intuito de forçar a compra das suas novas gerações, fazendo aumentar a circulação e o consumo de produtos. Por isso, mais da metade dos aparelhos móveis e domésticos são substituídos em um curto período de tempo. 
     80% dos brasileiros não buscam assistência técnica e 46% preferem comprar novos aparelhos a consertar os velhos. De acordo com estudo, dentre os aparelhos mais usados pelos brasileiros, o celular é o que tem menor durabilidade, com uma vida útil de, em média, três anos. 
[...] 
       Mas como os fabricantes conseguem diminuir a vida útil dos aparelhos? Segundo o professor Geneflides Silva, 48, mestre em Informática Aplicada, a transformação provém da crescente evolução tecnológica e, consequentemente, da busca por inovação. “As pesquisas científicas permitem cada vez mais um conhecimento das propriedades físicas e químicas dos componentes, ocasionando um controle quase que absoluto do comportamento desejado de tais substâncias. Desta forma, este domínio permite aplicar na fabricação e durabilidade dos dispositivos”, afirma. 


Adaptado de: < http://portaldonic.com.br/jornalismo/2017/06 /16/vida-utildos- produtos-esta-cada-vez-mais-curta-com-a- obsolescencia- programada/ >. Acesso em: 12 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que todas as palavras recebem acentuação pela mesma regra.

  • A.

    Eletrodomésticos, eletroeletrônicos, químicas.

  • B.

    Químicas, período, útil.

  • C.

    Próprios, substituídos, eletrônicos.

  • D.

    Útil, provém, três.

Questão 1198315

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal Ambiental / Questão 1

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

Ser de casa 


Yuri Al'Hanati 

       O processo de mudar de cidade se completa quando a urgência de visitar um lugar novo que abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação. Até então o que há é um estranhamento cotidiano que pede reconhecimento para se desestranhar. Caminhar por um bairro novo ao qual de repente se precisa ir – para uma consulta médica ou outra frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual o migrante está acostumado. O oximoro parece inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar é um fato que descamba para a banalidade antes que se perceba. Ainda assim, continua-se um explorador da própria terra, na esperança de que possa chamá-la de própria terra o quanto antes. 
       Alguém que se mude para uma cidade nova precisará, necessariamente e em primeiro lugar, encontrar âncoras em ruas desconhecidas. Lugares de conveniência e refúgio da estranheza, úteis tanto para fixar a geografia quanto para não ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar, um banco, um mercado, uma farmácia, alguns comércios benfazejos à manutenção da rotina, por mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que ele descobre idiossincrasias locais, estabelece relações comerciais duradouras, esboça suas primeiras conversas fiadas e registra, para os locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia parcial para o improvisado parceiro de cerveja, confessa suas necessidades aos atendentes da farmácia, passa itens domésticos básicos pelos caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos, experimenta os mesmos caminhos em direção às mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado. Ainda não. 
       É quando, portanto, parte para a situação descrita no começo do texto que a operação o acomete. Agora não é mais a cidade que o examina, partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A novidade deixa de ser um enfrentamento diário e passa a ser um acontecimento a ser celebrado, um fenômeno buscado voluntariamente por quem já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de urbe o suficiente, inclusive, para experimentar um lugar novo como uma novidade de fato, e não apenas como mais um dos tantos ainda não visitados. Vivencia o novo de forma coletiva, junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio que exige notícia, a avaliação que o torna parte do conclave tácito de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri- al- hanati/ser-de- casa/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

De acordo com as ideias apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.

  • A.

    Quando se muda para uma nova cidade, tudo é tão desconhecido que se torna impossível imaginar que um dia se pertencerá àquele lugar.

  • B.

    Quando se escolhe lugares para frequentar sempre, é possível criar amizades e, assim, o novo local deixa de ser uma terra de aventuras.

  • C.

    Mesmo não sendo esperado pelo recente morador, conhecer algo novo a cada dia é um passo importante para se adaptar à cidade atual.

  • D.

    Conhecer algo novo na cidade quando necessário é algo comum para quem se muda.

Questão 1198317

Prefeitura de São Bento do Sul - SC 2019

Cargo: Fiscal Ambiental / Questão 2

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

Ser de casa 


Yuri Al'Hanati 

       O processo de mudar de cidade se completa quando a urgência de visitar um lugar novo que abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação. Até então o que há é um estranhamento cotidiano que pede reconhecimento para se desestranhar. Caminhar por um bairro novo ao qual de repente se precisa ir – para uma consulta médica ou outra frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual o migrante está acostumado. O oximoro parece inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar é um fato que descamba para a banalidade antes que se perceba. Ainda assim, continua-se um explorador da própria terra, na esperança de que possa chamá-la de própria terra o quanto antes. 
       Alguém que se mude para uma cidade nova precisará, necessariamente e em primeiro lugar, encontrar âncoras em ruas desconhecidas. Lugares de conveniência e refúgio da estranheza, úteis tanto para fixar a geografia quanto para não ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar, um banco, um mercado, uma farmácia, alguns comércios benfazejos à manutenção da rotina, por mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que ele descobre idiossincrasias locais, estabelece relações comerciais duradouras, esboça suas primeiras conversas fiadas e registra, para os locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia parcial para o improvisado parceiro de cerveja, confessa suas necessidades aos atendentes da farmácia, passa itens domésticos básicos pelos caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos, experimenta os mesmos caminhos em direção às mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado. Ainda não. 
       É quando, portanto, parte para a situação descrita no começo do texto que a operação o acomete. Agora não é mais a cidade que o examina, partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A novidade deixa de ser um enfrentamento diário e passa a ser um acontecimento a ser celebrado, um fenômeno buscado voluntariamente por quem já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de urbe o suficiente, inclusive, para experimentar um lugar novo como uma novidade de fato, e não apenas como mais um dos tantos ainda não visitados. Vivencia o novo de forma coletiva, junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio que exige notícia, a avaliação que o torna parte do conclave tácito de cidadãos. 

Disponível em: < http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri- al- hanati/ser-de- casa/ >. Acesso em: 16 jul. 2019.

Assinale a alternativa que apresenta o significado do termo destacado no trecho “Caminhar por um bairro novo ao qual de repente se precisa ir – para uma consulta médica ou outra frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual o migrante está acostumado.”.

  • A.

    Algo de grande importância que surge de surpresa.

  • B.

    Algo fútil.

  • C.

    Algo que se faz todos os dias, com regularidade.

  • D.

    Algo com valor afetivo.