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No caso de fraturas fechadas deve-se amarrar talas com ataduras ou tiras de pano com firmeza, sem apertar, acima e abaixo do local da lesão.
Ao se constatar que uma vítima de colisão veicular apresenta um pedaço de metal encravado na região direita do tórax, deve-se
retirar parcialmente o objeto, buscando mantê-lo no nível mais superficial possível.
retirar imediatamente o objeto e fazer compressão sobre o local.
retirar totalmente o objeto apenas quando a vítima apresentar importante dificuldade respiratória
retirar o objeto lentamente, caso a vítima se queixe de dor intensa no local
manter o objeto no local e, se possível, estabilizá-lo com blocos de gaze.
Caso haja suspeita de fratura de coluna vertebral, o que pode se manifestar por dormência nos membros, a vítima deve ser mantida em repouso absoluto.
Assinale a opção que apresenta associação correta entre o tipo de emergência e o sintoma apresentado.
fratura de coluna cervical — paralisia dos dedos das mãos ou dos pés
fratura de crânio — ausência de movimentos do tórax
estado de choque — ausência de pulsação
convulsão — hemorragia no nariz, boca ou ouvido

Na figura acima, é demonstrada uma forma de imobilização muito
utilizada no atendimento de primeiros socorros a vítima de acidente
em membros superiores. Esse tipo de imobilização é denominado
garrote.
compressa.
tipóia.
torniquete.
Uma senhora idosa se desequilibra, cai na areia e apresenta o osso do braço desalinhado e exposto. Nesta situação, de suspeita de fratura exposta, os cuidados prioritários antes de iniciar a imobilização são:
recolocar o osso no lugar e apoiar o braço fraturado com material macio e flexível.
apoiar o braço fraturado com a mão e encaminhar a vítima para o hospital.
ficar atento ao sangramento e realizar o torniquete no local.
proteger a ferida e manter o braço na posição encontrada.
realinhar o osso fraturado e aplicar calor local.
No atendimento de vítima com fratura, o socorrista deve
movimentar o local fraturado para ativar a circulação.
recolocar o osso fraturado no lugar.
se a fratura for em braço, dedo ou perna, aplicar torniquetes.
se a fratura for exposta, desinfetar o local e aplicar torniquetes.
imobilizar toda a vítima, caso tenha que transportála.
Traumatismo craniano, febre alta e uso de drogas de abuso são fatores que podem ocasionar a ocorrência de
parada cardiorrespiratória.
estado de choque.
convulsões.
choque anafilático.
epilepsia.
Ao movimentar um acidentado com suspeita de fratura na região lombar da coluna vertebral, as pessoas que o socorreram danificaram a medula dele. A conseqüência mais grave desse procedimento errado é
lordose.
paralisia das pernas.
dor intermitente na coluna vertebral
escoliose.
dor espasmódica nas pernas.
Ausência de movimentos respiratórios, ausência de pulso, palidez, pele fria e úmida e cianose de extremidade são sinais de
parada cardiorrespiratória.
fraturas.
excesso de consumo de drogas (“overdose”).
hemorragia interna ou externa.
infarto.
Havendo suspeita de lesão na coluna cervical e se a vítima estiver vomitando sangue em jato, o socorrista treinado deve
elevar os membros inferiores.
colocá-la em decúbito ventral e levantar-lhe a cabeça.
colocá-la em decúbito dorsal e levantar-lhe a cabeça.
imobilizá-la totalmente e virá-la em bloco para o lado.
dar água em quantidade à vítima.
Segurar a cabeça da vítima, pressionando a região das orelhas, é procedimento para impedir que a vítima:
desmaie.
fique tonta.
ouça ruídos em sua volta.
tenha alguma hemorragia externa.
movimente a cabeça.
Em acidentes com embarcações, em que o indivíduo fica imerso um longo período com a cabeça fora d´água, pode ocorrer:
Devemos suspeitar de lesão na coluna cervical no caso de vítima:
O dignitário escorregou e bateu a coluna vertebral na quina da calçada de uma via pública metropolitana. Nesta situação de suspeita de fratura na coluna, o segurança deve
ativar a articulação da coluna, por meio de movimentos de flexão, enquanto aguarda o socorro especializado.
segurar o tronco cuidadosamente com as mãos, enquanto outros removem a vítima do local.
remover o dignitário ao Hospital Geral circunvizinho, após acomodá-lo cuidadosamente no banco traseiro de um carro.
acionar o serviço de atendimento às emergências e não movimentar o dignitário.
enfaixar o tronco e administrar medicamento analgésico.