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A criança que vivencia um diagnóstico oncológico geralmente tem pela frente um longo percurso, que inclui intervenções invasivas e efeitos físicos adversos. Sobre a atuação do psicólogo nesse contexto é FALSO afirmar que:
O trabalho do psicólogo tem como objetivo mobilizar padrões adaptativos na criança, facilitando condutas que promovam maior adesão ao tratamento.
O uso da brincadeira como dispositivo permite a criação de operações simbólicas que ressignificam o processo de adoecimento.
A intervenção do psicólogo não deve recuar diante do mal-estar que é inerente ao tratamento oncológico, mas dar voz à criança para que esta expresse sua dor ao seu modo.
Brincar com a criança pode se caracterizar em um instrumento facilitador, por meio do qual ela tem a possibilidade de ressignificar o mal-estar imposto pelo diagnóstico e tratamento oncológico.