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Segundo Dalgalarrondo, embora muitos autores utilizem os termos ansiedade e angústia como sinônimos, cabe ressaltar algumas diferenças. Tem-se definido, em algumas correntes teóricas, certos tipos de angústia e de ansiedade. Considerando essas informações, assinale a alternativa incorreta.
Nas escolas comportamentalistas e cognitivistas, ansiedade de desempenho é a reação de ansiedade associada a temores em relação à execução de uma tarefa ou à possibilidade de ser avaliado criticamente por pessoas importantes ou significativas.
No existencialismo de Sartre, angústia existencial não seria apenas um sintoma patológico, mas, antes de tudo, um estado anímico básico, constituinte do ser humano. O homem se angustia diante de algumas situações existenciais inescapáveis da vida, pois a angústia existencial se articula com o fato de o homem estar condenado a ser livre, em oposição aos determinismos históricos e sociais.
Na Escola kleiniana, ansiedade depressiva é o tipo de ansiedade vivido como temor de retaliação feroz aos ataques imaginários e fantasmáticos que o sujeito, em sua fantasia, perpetrou contra seus objetos internos ou externos.
De acordo com Freud, angústia de castração, em sensu strictu, seria o medo de perder ou ferir os genitais, de ser castrado, no contexto do complexo de Édipo. Tal conceito foi ampliado posteriormente, recebendo o sentido de uma angústia de perda, ou de risco de perda, de algo importante, do ponto de vista narcísico, para o indivíduo.
Spitz e Bowlby afirmam que a angústia de separação consiste nas reações emocionais vividas pela criança quando separada da mãe, manifestando seus afetos com choro, desespero e grande aflição.