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Após um forte episódio depressivo, a paciente Y decide...

Após um forte episódio depressivo, a paciente Y decide findar com a própria vida fazendo uso de medicamentos. Quando seu marido chega em casa e se depara com ela desacordada e caixas de remédios vazias, imediatamente a leva para o hospital. Ela ficou internada alguns dias em recuperação e foi encaminhada, além de um tratamento psiquiátrico, para um tratamento psicológico com o profissional especializado em psicoterapia de apoio. Após realizar toda a análise necessária para identificar se a paciente é indicada para esse tipo de intervenção, o profissional iniciou o processo psicoterápico. Considerando as intervenções realizadas pelo psicólogo, assinale a afirmativa correta.


A

Ao assumir a função de ego auxiliar do paciente, o terapeuta adquire o controle ativo das funções que são incapazes de ser desempenhadas durante o tratamento. Ele terá que decidir e executar, valendo-se de sua própria autoridade sobre a vida pessoal do paciente.


B

Quando o terapeuta apresenta um recurso diferente do que o paciente já viu, ele está clarificando uma explicação, revelando de forma clara e verdadeira conceitos que eram mantidos aprofundados como medo, desejos ou fantasias que eram considerados incompreensíveis pelo paciente.


C

Ao realizar uma intervenção ativa, o terapeuta está confrontando com o paciente aquilo que de mais temido existe em seus aspectos conscientes; destina-se a aumentar a compreensão sobre os processos mentais que mais causam sofrimento e trazê-los à tona através de conteúdos manifestos.


D

Através do processo de psicoeducação, o terapeuta irá descrever o que o paciente deve ou não fazer com relação aos seus sintomas, descrever sucintamente seu quadro clínico, realçar as condições e as dificuldades existentes no processo, para que ele tenha total conhecimento e discernimento do que está sendo feito.


E

Ao sugerir a paciente novas estratégias, o terapeuta utiliza sua própria capacidade de analisar a realidade, uma vez que ainda é um recurso limitado no paciente onde a capacidade de examinar criticamente e identificar saídas está temporariamente restrita. A finalidade é induzir novas ideias, convicções, sentimentos ou influenciar nas vontades e decisões do paciente.