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No texto "Psicanálise e velhice: o 'idoso’ é obsoleto?" (2012), Castilho relata uma situação em que uma fisioterapeuta se mostrou perplexa diante de uma paciente que lhe contava sonhos e dizia sentir “uma dor que andava”. Essa situação teve um desdobramento que demandou a criação de um protocolo de “alta da fisioterapia com encaminhamento para a psicologia”. Diante dessa situação, a psicanalista propôs a:
manutenção desse protocolo, pois se mostra fundamental para o encaminhamento de certas queixas, sob transferência
possibilidade de introdução de um tempo, em alguns casos, antes do encaminhamento para a psicologia
realização de interconsultas para favorecer a apreensão da dimensão subjetiva em cada situação clínica
inclusão da escuta psicanalítica como uma das técnicas ditas leves