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Segundo Bastos e Fleck (em Hutz et col, 2016), na identificação dos transtornos de humor, as escalas psicométricas
são inúteis nos transtornos de humor dado o seu formato de autorrelato.
costumam ter alta especificidade, mas baixa sensibilidade aos estados clínicos.
estabelecem critérios objetivos e fidedignos para o diagnóstico por meio de notas de corte.
são úteis para o diagnóstico de depressão maior, mas não para transtorno bipolar.
medem a intensidade dos sintomas, mas não fazem o diagnóstico.