Imagem de fundo

Segundo Bastos e Fleck (em Hutz et col, 2016), na...

Segundo Bastos e Fleck (em Hutz et col, 2016), na identificação dos transtornos de humor, as escalas psicométricas


A

são inúteis nos transtornos de humor dado o seu formato de autorrelato.


B

costumam ter alta especificidade, mas baixa sensibilidade aos estados clínicos.


C

estabelecem critérios objetivos e fidedignos para o diagnóstico por meio de notas de corte.


D

são úteis para o diagnóstico de depressão maior, mas não para transtorno bipolar.


E

medem a intensidade dos sintomas, mas não fazem o diagnóstico.