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Para analisar o movimento de estruturação, desestruturação e reestruturação que ocorre no processo grupal, durante a realização de um grupo operativo, Pichón-Rivière propõe um instrumento: o cone invertido. Um dos vetores de análise desse instrumento é a pertinência, definida como a
capacidade dos integrantes do grupo para trocarem de papéis.
preensão instrumental da realidade pelo grupo.
distância afetiva identificada entre os membros do grupo.
eficácia com a qual se realizam as ações no grupo.
sensação de sentir-se parte do grupo.