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Em uma situação clínica, um psicólogo recebe um paciente que relata ideação suicida e expressa o desejo de causar dano a si mesmo. Diante dessa situação, é fundamental compreender as orientações do Código de Ética Profissional do Psicólogo em relação ao sigilo. Considerando a necessidade de equilibrar o sigilo profissional e a proteção à vida, de acordo com o Código de Ética Profissional, em um caso de ideação suicida, o psicólogo deve:
ignorar a ideação suicida relatada pelo paciente, alegando a confidencialidade do sigilo profissional, e continuar o atendimento sem intervenções adicionais.
encaminhar o paciente a um profissional especializado em casos de ideação suicida, porém, sem obter o consentimento do paciente para compartilhar informações com esse profissional.
buscar o consentimento do paciente para compartilhar informações relevantes com profissionais ou familiares envolvidos na rede de apoio, desde que essa ação seja essencial para a segurança e o bem-estar do paciente.
manter sigilo absoluto em todas as circunstâncias, mesmo diante do risco iminente de dano à vida do paciente, respeitando a confidencialidade como um princípio inviolável.
quebrar o sigilo profissional e informar imediatamente a família do paciente sobre a ideação suicida, buscando o apoio e o suporte necessários para a proteção da vida.